segunda-feira, 18 de janeiro de 2016 0 comentários

RONDON: Chegada ao 24º Batalhão de Infantaria Leve


No texto de hoje, quero destacar a chegada dos Rondonistas representantes da Universidade Feevale ao 24º Batalhão de Infantaria Leve (BIL). Depois de desembarcarmos em São Luís, logo nos dirigimos até o batalhão, pois já eram 12 horas, lembrando que no nordeste não há horário de verão. Resumindo, estavam todos com fome e cansados da viagem, mas a aventura só estava começando.

Quando chegamos ao batalhão, logo recebemos o nosso kit de Rondonista: quatro camisetas, um chapéu, uma mochila, uma caneca, uma garrafinha, uma capa de chuva, um adesivo, um bloco de anotações, uma caneta e um crachá de identificação, além do colete que já estávamos vestindo desde que saímos do Rio Grande do Sul. Óbvio que além desses mimos, teve uma lista gigante de recomendações... a primeira delas foi: sempre estar identificado como Rondonista, com camiseta ou colete, crachá, entre outros objetos.

Depois de receber o kit e as orientações, descobrimos onde iríamos ficar alojados, meninas de um lado e meninos de outro. O local reservado para dormir e deixarmos os nossos pertences ficava no quarto andar do prédio, o que significa que tivemos que subir com todas as tralhas de escada. Claro, que o pessoal do exército, como ótimas pessoas, NÃO nos ajudaram a levar nada. Estávamos ali para nos virarmos, então sem regalias, e a ordem era não ajudar nenhum Rondonista a carregar os seus pertences. Depois de todo o esforço nas escadas, precisávamos encontrar as nossas camas dentro dos alojamentos. Todas estavam identidades com nome e universidade, assim como os armários.
Alojamento das meninas no 24º BIL
Então, como o nosso mal nesse momento era fome, logo fomos encaminhados para o refeitório do batalhão. Sim, a comida era boa e bem caseira, sei que estavam pensando nisso. Tinha arroz, feijão, dois tipos de carne, uma variedade de saladas, não esquecendo a sobremesa. Depois de respiramos um pouco e nos alimentarmos, ambientando-se um pouco com o lugar, sobrou um tempo para o descanso. Podíamos voltar para os alojamentos e tirar um cochilo ou fazer o que havia de necessidade.

Até este momento, nem todos os Rondonistas das outras Universidades participantes da Operação Jenipapo haviam chegado no 24º BIL. Então, a cada hora era uma festa dentro dos alojamentos, com alunos entrando animados e ansiosos para começar o Rondon.

A tarde passou bem rápida, como não estávamos em São Luís para descansarmos, resolvemos tomar um chimarrão e interagir com outras pessoas. Sentamos no muro e no chão de um canto do batalhão, trocando ideias e expectativas de como seria essa operação. Foi nesse momento que rolou um selfie histórico.

Rondonistas da Feevale
Como a Operação Jenipapo de fato ainda não havia começado a noite desse primeiro dia, foi reservada para que pudéssemos conhecer um shopping de São Luís. Não lembro o nome do local, só sei que foi uma noite muito divertida, em que a nossa equipe pode se conhecer melhor, quebrando o primeiro gelo, criando assim uma união. Como havia horário marcado para ir e voltar, logo estávamos de volta no batalhão, agora sim para descansarmos. No segundo dia, havia uma programação extensa. Não esquecendo que a banda do exército iria começar a tocar as 6h30, isso mesmo SEIS E MEIA DA MANHÃ.

No próximo texto eu conto como foi o segundo dia de muitas atividades do Projeto Rondon, incluindo passeio por São Luís, abertura oficial da Operação Jenipapo e jantar oficial com os Rondonistas. Até a próxima!



Leia também:
RONDON: um ano da maior lição de vida e cidadania
sábado, 16 de janeiro de 2016 0 comentários

RONDON: um ano da maior lição de vida e cidadania


Meninos: Professor Marcelo, Tainã, Anilton e Nemar; Meninas: Professora Sueli, Bruna, Lauren, Mirela, Lia e Vanessa
UM ANO! Hoje, dia 16 de janeiro, está completando um ano do início da nossa viagem para o Maranhão para participar da Operação Jenipapo, do Projeto Rondon. Sei que muito tempo já se passou, foram 365 dias lembrando todos os dias dessa vivência, cada história e detalhe estão guardados na memória. Mas, depois de olhar as fotos e vídeos milhares de vezes, penso que chegou o momento de compartilhar tudo o que passamos durante os 19 dias como rondonistas.

Para quem pegou o bonde andando, o Projeto Rondon é coordenado pelo Ministério da Defesa, com o foco da integração social envolvendo a participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliando o bem-estar da população. Ele foi criado em 1967 realizando atividades por todo o Brasil, tornando-se assim conhecido pela população brasileira. Mas, em 1989, o Projeto Rondon deixou de receber prioridade no Governo Federal e foi extinto. Em 2005, voltou de cara nova, completando 10 anos durante a operação Jenipapo. Ao todo, já participaram do Rondon mais de 12.000 rondonistas atuando em cerca de 800 municípios.

Bom, voltando para a Operação Jenipapo, na qual eu e mais sete alunos da Universidade Feevale fomos para o Maranhão se juntar com mais dezenas de acadêmicos de diferentes estados brasileiros. O dia da nossa saída foi 16 de janeiro de 2015 e o primeiro destino era o 24° Batalhão de Infantaria Leve, em São Luís. Mas antes, tivemos que nos encontrarmos no campus I da Feevale, pegar uma Van e seguir até o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Lá pegamos o avião e fomos até Guarulhos em São Paulo. Quando chegamos, vimos muitos coletes amarelo com o símbolo do Rondon (Identificação do projeto) transitando pelo saguão do aeroporto. Ali sim, começou a cair a ficha que o Rondon havia começado.

Tivemos que esperar em São Paulo por três horas até o próximo voo. Quando nos acomodamos no avião percebemos que quase todo mundo que estava ali era do Projeto Rondon. Então começaram as conversas para saber de qual estado nós éramos, quais oficinas iríamos ministrar, em qual município iríamos nos hospedar no Maranhão e por aí adiante. Foram mais de três horas de viagem. Quando chegamos ao Aeroporto Internacional de São Luís havia toda uma recepção para os rondonistas. Lá conhecemos Dimas, o sargento do exercito que ficou responsável pelo o nosso grupo. Então, saímos do aeroporto e fomos direto para o 24° Batalhão de Infantaria Leve.

Ah, não poderia deixar de salientar que todos estavam com uma expectativa gigante para descobrir o que iria acontecer nas próximas horas e dias. Hoje seria isso, no próximo texto eu conto como foi a nossa instalação e recepção no 24° Batalhão de Infantaria Leve. Até logo!
segunda-feira, 20 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Aluna da Rodrigues é destaque no Xadrez

Aluna conquistou a medalha no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte, na categoria sub 8 - Crédito: Bruna Klassmann
Concentração, paciência e estratégia são pontos presentes no treinamento do jogo de xadrez da aluna Jenifer Graziela do Nascimento, 9 anos, do 3º ano B da EMEF Rodrigues Alves. “Quando eu estava na escola Ana Néri, a professora perguntou quem se interessava em aprender a jogar xadrez, então eu comecei a treinar com os meus colegas”, comentou.

Desde então, Jenifer treina três vezes por semana. “Eu fico jogando em casa, pois eu gosto. Agora eu estou ensinando a minha avó para ter uma adversária no jogo”, ressaltou. A motivação em continuar jogando xadrez foi a conquista do 3º lugar no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte de Novo Hamburgo, na categoria sub 8, em outubro 2013.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Eugênio oferece prática do judô há oito anos

Durante os treinos, os alunos aprendem técnicas e golpes - Crédito: Bruna Klassmann
Além dos esportes tradicionais, a EMEF Eugênio Nelson Ritzel vem oferecendo há oito anos aos seus alunos aulas de Judô, a partir do Projeto Caminho Suave. A atividade ocorre nas quartas-feiras em uma sala da escola e reúne a cada semana cerca de 120 crianças de 7 a 14 anos. Os estudantes são divididos por idade e graduação em seis turmas: três pela manhã e três a tarde. As aulas são ministradas pelos esportistas Pauline Schneider e Jonathan Schneider.

A aluna Andrieli Eduarda Costa, 11 anos, salientou o motivo que a fez entrar no projeto. “Eu já estou participando há um ano das aulas de judô e eu entrei no projeto, pois sei que é uma coisa boa para o nosso futuro. Eu já gostava do esporte antes de entrar”, destacou. Para o seu colega de atividade, Pedro Luís Gutkoski, 10 anos, o projeto já faz parte da sua rotina a dois anos. “Eu comecei a gostar do Judô há alguns anos e quando descobri que poderia praticar, comecei a participar do projeto. Além da prática aqui na escola, eu treino em casa”, ressaltou. 

A aula de judô tem duração de uma hora para cada turma. “Realizamos alguns treinos e práticas com os alunos, ensinando parte-a-parte do esporte. Judô não se vence a partir da força e sim da técnica”, comentou Pauline. A escola Eugênio é um dos polos da cidade que recebe o projeto, que é coordenado pela Secretaria de Esporte e Lazer (SMEL). 
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: 7 questões que geram dúvidas

Confira as dúvidas enviadas ao Jornal Nosso Bairro em Pauta, pelos pais e professores das escolas parceiras do projeto, sobre a rotina e as atitudes das crianças e adolescentes. As perguntas foram respondidas pela professora e psicóloga Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro, da Universidade Feevale.

NBP - Por que as crianças têm receio de experimentar algo novo?
Marianne - “Isso varia da idade da criança, pois há idades em que as crianças não têm receio. Os pequenos experimentam muito, até os pais precisam ficar em cima, porque vão colocar o dedo na tomada, brincar com meleca, pisar na poça de água. Nesse período entre os 2 e 4 anos, eles não têm receio. Com o avanço da idade, eles vão crescendo e se dando conta dos perigos. Talvez esse receio venha dos pais, que hoje tem um olhar mais atento em relação aos perigos do dia-a-dia. Receio não é atitude de criança. A princípio, eles gostam de experimentar novas coisas, aliás, é da infância conhecer novas brincadeiras, objetos e alimentos. Caso os pequenos tenham uma atitude diferente dessa, pode ser devido aos acontecimentos ao seu redor. Mas, se eles estão bem, são curiosos, querem experimentar e conhecer novos materiais, saber de novos jogos. Tudo isso, depende do contexto que as crianças estão vivendo naquele momento”.

NBP - Como fazer uma criança se soltar nas atividades diferenciadas?
Marianne - “A criança vai se entregar nessas atividades quando ela fazer algum vínculo com essa pessoa que está propondo. Antes de apresentar qualquer ideia, é necessário criar um laço, mas isso precisa ser feito da maneira mais espontânea e livre. Uma criança pequena ainda não está em uma condição emocional e cognitiva para entender as coisas estruturadas. Elas precisam de algo mais lúdico, para fazer esse vínculo. Então, antes de propor uma atividade, precisamos conhecer as crianças, para que a partir disso elas possam aceitar realizar as atividades”. 

NBP - Por que as crianças mordem? 
Marianne - “A criança quando é muito pequena, entre dois e três anos, ela está começando a falar mais, adquirindo um vocabulário maior e se expressando e se fazendo entender. Antes disso, ela é muito corpo, é muita ação. Por exemplo: se ela quer água, ela precisa ir lá e mostrar onde tem aquilo que ela está solicitando. Quando começa a falar, já pode representar o que quer de uma maneira mais simbólica. A mordida ocorre ainda na fase em que a criança precisa muito do concreto. Ao mostrar os seus sentimentos por outra pessoa, muitas vezes acaba mordendo, expressando o seu carinho ou discórdia. Dependendo da fase, pode ser uma forma de se apropriar um do outro. Se a criança tem um amiguinho que gosta muito, ela não tem noção de falar ‘Eu gosto muito de você’. Então, ao expressar o sentimento acaba mordendo, isso é normal. Já uma criança mais velha que morde, requer um olhar um pouco mais cuidadoso sobre ela. A mordida em determinada fase é natural, mas é claro que precisamos sempre dizer que ela não pode morder as pessoas”.

NBP - Como lidar com crianças e adolescentes hiperativos?
Marianne - “A hiperatividade pode ser uma forma da criança apresentar, através do seu comportamento, o que está sentindo. Através desse sintoma, podemos perceber também que elas estão passando por alguns conflitos ou questões, seja em casa, na escola, com a família ou com os amigos. O corpo manifestará de alguma forma essa insatisfação ou problema. As crianças e adolescentes demonstram que não estão bem através da agitação. Não sabemos exatamente como lidar, pois não há receita para essas situações, mas temos que verificar situação por situação. Hoje nós sabemos que esse comportamento pode ser devido à falta de espaço nas casas, porque as crianças não brincam muito na rua, os adolescentes não podem sair de casa a qualquer hora por causa da violência, isso vai limitando a prática de atividades externas. Por isso, nas escolas é necessário a prática de esportes, ações ao ar livre, propor passeios, deixar elas correram e brincam para extravasar. As crianças e adolescentes precisam de um tempo e de uma atividade para poder gastar essa energia”.

NBP - Qual é a importância da família no sucesso escolar?
Marianne - “A importância da família é em tudo, não só no sucesso escolar, mas na saúde mental própria da criança e do adolescente. As famílias com relações mais afetivas, de cumplicidade, de um olhar mais cuidadoso e acompanhando a trajetória do seu filho na escola, facilitam muito e têm uma importância muito grande na educação desses estudantes. Sabemos que há situações que precisam ser resolvidas pela família e outras pela escola. Uma educação mais formal é da escola, já uma educação mais ampla, informal, dos laços, do respeito é feita dentro de casa. Por exemplo, se uma criança desrespeita um professor, nós temos que ver o que está acontecendo em casa. O respeito com o pai, a mãe e as outras pessoas precisam ser construídos dentro de casa. A importância da família é muito grande, mas às vezes os pais precisam ser orientados. Vejo alguns em dúvida em relação as suas decisões e atitudes. São muitas questões em relação à condução da educação, que precisa de limites, de respeito e de autoridade, sempre explicando as regras, mas fazendo as crianças cumprirem também. Se as crianças não têm limites construídos dentro de casa, ela não vai ter na escola”.

NBP - É importante dizer não para os filhos?
Marianne - “É fundamental! O ‘não’ é mais importante que o ‘sim’, pois ele é estruturante. Durante o crescimento da criança é necessário dizer ‘não’ para ela saber o que pode ou não fazer. Assim os pais vão regulando os ciclos e rotinas, e, isso vai estruturando o sujeito. Dizer ‘sim’ é uma barbada, já um ‘não’ é um compromisso. O ‘não’ é muito mais trabalhoso, mas ao dizer ‘não’ é necessário explicar, conversando com as crianças e adolescentes. Para que tu possa dizer o ‘não’ é preciso estar seguro, e às vezes os pais ficam em dúvidas. Nesses casos é interessante que eles peçam orientação, seja da escola ou de um profissional, questionando se está certa essa atitude. Se esses pais tiverem segurança no que estão fazendo, eles irão dizer o ‘não’ firme e um ‘não’ que a criança vai conseguir sustentar”. 

NBP - É importante estabelecer rotinas tanto na infância, quanto na adolescência?
Marianne - “Sim. É claro que essas rotinas não podem ser inflexíveis. As crianças adoram ter uma rotina, aliás, todos nós gostamos de rotina. Mas a gente também gosta de romper de vez enquanto esses compromissos pré-agendados. É muito importante poder romper, mas é necessário ter rotina para ter uma vida organizada, com horário para fazer as coisas. A rotina não pode existir pela rotina, isso não é um exercício de poder sobre a criança. A rotina é para dar as bordas e limites que elas precisam ter para poder se organizar. Os adolescentes também, os pais podem falar as opções possíveis para cada atividade e a partir disso eles escolherem o que querem dentro daquele contexto. Não se pode deixar somente uma opção. Os limites de uma criança e de uma adolescente são diferentes, pois cada idade demanda situações diferentes. Os pais precisam ajustar esses limites conforme as idades, pois não podemos exigir as mesmas coisas para as diferentes etapas da vida. Então, é importante que os limites sejam colocados bem claros, para que as crianças e adolescentes possam saber o que fazer dentro da sua rotina”. 

Quem é Marianne:
Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro atua como professora na Universidade Feevale há 15 anos, ministrando as disciplinas de psicopatologia na infância e adolescência, psicanálise, estágio básico, estágio profissionalizante, entre outras. Formou-se em 1991 em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1999 tornou-se mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atualmente é coordenadora do Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicanálise, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, clínica da infância, adolescência e vida adulta, saúde mental, saúde pública, intervenção terapêutica e dificuldades de aprendizagem.


Você também tem alguma dúvida? Envie suas questões para o Jornal Nosso Bairro em Pauta através do e-mail nossobairro@feevale.br. Elas serão respondidas por uma psicóloga e publicadas anonimamente na próxima edição do periódico.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Com que roupa eu vou?

Quem nunca ficou na dúvida qual roupa vestir antes de sair de casa? Além de combinar as peças, é preciso saber como está o tempo, a temperatura, qual o melhor calçado, onde é que se vai ir. Escolher a roupa deve ser motivo de preocupação? Será que a roupa pode passar informações sobre a personalidade das pessoas? Existem peças que são mais adequadas para passear do que ir à escola? Por que os jovens costumam se vestir do mesmo jeito que os amigos? Essas são algumas das questões tratadas no Caderno Especial dessa edição. Vista uma roupa confortável e boa leitura! 

O que a minha roupa representa?
Entre camisetas, calças, blusas, bermudas, vestidos, casacos, blusões e outras variedades que possuímos em nosso guarda-roupa, escolher as peças para sair de casa não é uma tarefa fácil. Isso porque as nossas roupas transmitem diversas informações, desde o humor até a personalidade, com diferentes tamanhos, cores e estilos. “A moda é a expressão da realidade daquilo que realmente a pessoa sente, que corresponde a sua identidade e também expressa o que ela gostaria de ser, mostrando que moda também é um disfarce para pertencer a este ou aquele grupo”, destaca o doutor em Filosofia, professor Henrique Keske. 

Com esses grupos se dá a origem das inúmeras tribos urbanas existentes. Isso, ocorre principalmente na adolescência, quando os jovens utilizam os mesmos tipos de roupas, acessórios, calçados, criando assim uma identidade para o grupo. “Já tivemos diversas tribos, como os hippies, a época do baby boom, os rockers, os punks e assim se seguiu com o passar do tempo. Mas, hoje as tribos acabam se espelhando em pessoas famosas para seguir a tendência das roupas, o que era diferente na década de 60 ou 70”, comentou a professora Ida Helena Thon, responsável pela disciplina de História da Moda Brasileira. 

Mas para seguir essa moda das tribos, as pessoas precisam estar sempre atualizando as suas peças de roupas. A partir disso, faz com que o processo consumista exista desde a infância. “Estamos envolvidos em um processo cruel de consumismo e isto faz com que as crianças e os adolescentes estejam nessa pressão, pois se eles não usam uniforme, precisam acompanhar tendências de moda e ao fazer isto se desencadeia um processo consumista, por não conseguir acompanhar, as pessoas se sentem excluídos do grupo e para acompanhar, ingressamos num processo de consumo exacerbado”, ressalta Keske.

Para a professora Ida, a moda é uma característica de cada localidade. “Quando olhamos nas novelas os estilos de roupas utilizados pelos personagens, percebemos que cada um possui peças diferentes. Se olharmos para os nossos bairros, vamos descobrir que cada comunidade também tem as suas características, com roupas diferentes”, comenta. Isso representa que cada pessoa se veste de uma maneira diferente, mas no todo, cada um pertence a uma tribo.

O que os outros vão pensar?
Ao se aproximar a fase da adolescência, as crianças passam a discutir as escolhas feitas pelos pais. A partir do período da puberdade e das alterações fisiológicas, os jovens começam a questionar, construir e descontruir a sua identidade. Uma das formas de vivenciar essa construção de identidade é o jeito de se vestir.

A psicóloga e professora Juliana Rosa Pureza conta que é nesse período da vida que os jovens buscam identificação com outras pessoas, formando outros grupos além da família. “É através do jeito de se vestir que os adolescentes começam a quebrar com todos os padrões que estão sendo colocados de fora. Demonstrando que quer se vestir diferente do que se vestia antes, diferente do que a minha família coloca. Tentando se identificar com as outras pessoas”, salientou. Com essa mudança, os jovens passam a querer vestir-se igual ao seu grupo de amigos.

Também nessa fase, é comum os jovens se preocuparem com o que outros vão pensar sobre a roupa que estão vestindo. Juliana explica que isso se chama plateia assistida. “Essa preocupação se dá quando esse adolescente se sente exposto e observado por todos. Então antes de sair de casa pensa que todos estarão olhando a sua roupa, sendo mais um mito pessoal”, salientou.

Orientação aos pais
Com as mudanças ocorridas na fase da adolescência, cabe aos pais saber como lidar com as novas escolhas do vestuário dos filhos, oscilando entre o limite e a liberdade. A psicóloga Juliana orienta que é melhor os jovens passarem essa fase com o auxílio dos pais. “Se esses jovens puderem fazer isso através de conversas, para que esses pais aceitem essas mudanças, ajudarão esse adolescente a reconstruir a sua identidade. O mesmo ocorre com a escola, que através de conversas pode evitar conflitos com as roupas utilizadas pelos jovens dentro da instituição de ensino, ponderando os limites de forma amigável”, destacou. 

Em relação a roupa dos adolescentes, só proibir não adianta, é preciso dar espaço para essas novas escolhas, mas ao mesmo tempo acompanhar de perto para auxiliar nas decisões dos jovens. É necessário apoio e orientação, a fim de que os adolescentes possam usar roupas diferentes sem se expor, com a oportunidade de conhecer novos estilos, se desconstruindo para reconstruir a sua identidade novamente.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Que alimento é esse?

Durante a exploração, a turma não poderia contar para o colega que estava experimenta, qual era o alimento - Crédito: Bruna Klassmann
“É doce ou salgado? Mas que alimento é esse?”, perguntava a professora Fernanda Kirsch para cada aluno, que experimentava um novo alimento com os olhos vendados. Entre banana, bergamota, laranja, chocolate, salgadinho, sal e açúcar, as crianças precisavam identificar o que haviam provado. A atividade foi desenvolvida com a turma da faixa etária 3 anos B da EMEI Arco-íris, a fim de aprender a associar os alimentos, através do seu gosto. 

Durante a degustação, os alimentos estavam dentro de um baú mágico. Uma a cada vez, as crianças, sentavam na cadeira e eram vendadas. O resto da turma não podia assoprar qual era o alimento. O primeiro voluntário foi o Nicolas Loreno da Silva, 3 anos, que só ficou na dúvida do açúcar e do chocolate. “Eu gostei do salgadinho”, falou quando tirou a venda. Já Yasmin Marinho, 3, gostou de provar o sal. “É diferente, é salgado”, contou. Após todos provarem os alimentos, a professora abriu o baú, revelando todas as opções.

A exploração faz parte do projeto Corpo Humano, que está sendo desenvolvida desde o início deste ano. O objetivo é possibilitar às crianças o conhecimento do seu próprio corpo, através de diversas atividades. “Já realizamos outras explorações para reconhecer as partes do corpo, como identificar os sentidos e expressão corporal, estimulando através de atividades físicas e motoras a atenção, percepção, a linguagem oral, a coordenação, a lateralidade e criatividade”, salientou a professora.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Artes Plásticas: Meleca de sagu para a descoberta de novas texturas

A atividade tem como objetivo despertar a criatividade, imaginação e curiosidade das crianças - Crédito: Bruna Klassmann
Explorar técnicas diferenciadas para pintura é um dos objetivos do Projeto Universo das Artes Plásticas, desenvolvido com a turma de Faixa Etária 2 anos C e D, da EMEI Professora Zozina Soares de Oliveira. A partir de atividades realizadas com materiais diversos, o objetivo é despertar a criatividade, imaginação e curiosidade. O projeto que é coordenado pelas professoras Franciele Assmann e Naiara Pandolfo, surgiu a partir do encantamento das crianças com um livro de obras de arte. 

Após a turma trabalhar com livros, assistir a vídeos e conhecer obras de artistas internacionais e também da região, uma das práticas exploratórias foi a meleca de sagu, um preparado com sagu cozido apenas com água. 

A sala foi preparada para a tarefa com duas mesas e o chão forrado com jornal. Primeiro as professoras distribuíram a meleca de sagu incolor em cinco montinhos sobre a mesa. Usando uma camiseta velha para não sujar as roupas, as crianças aos poucos colocaram a mão na meleca, alguns com mais receio e outros nem tanto. A pequena Beatriz Dias, logo soltou “uau”, demonstrando a sua empolgação. 

Conforme foram descobrindo a nova textura, a brincadeira recebeu cores: azul, vermelho e verde. A turma pode misturar para descobrir o que acontecia. Além de esmagar, brincar, desenhar na mesa, esconder as mãos, esfregar nos braços, teve alguns que provaram para saber o gosto. 

Arthur dos Santos, 2 anos, foi um deles. A professora perguntou: “Gostou?”, e ele só balançou a cabeça afirmando. Ao mexer na meleca, foram formando novas formas como flores, sapos, casas, jardins, carros e tantas outras figuras presentes na imaginação dos pequenos.

No final da atividade, havia mais sagu no chão do que na mesa e as crianças estavam melecadas no rosto, braços, pernas, barrigas e pés. Depois de tanto experimento, as professoras providenciaram banho e roupas limpas. Quando todos voltaram e sentaram no tapete colorido da sala, Franciele perguntou: “Gostaram de brincar de meleca?”, as crianças gritaram juntas: “siiiim!”.

O Projeto Universo das Artes Plásticas será realizado durante todo este ano, com atividades em que as crianças possam explorar o mundo das artes. “Além do que é feito aqui dentro da escola, queremos levá-los para visitarem museus e atelieres, para conhecer mais de perto as artes plásticas”, destacou a professora Naiara Pandolfo.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Para escrever melhor, é preciso ler!

Erica da Silva Romansini, 10 anos, já leu mais de dez livros através do projeto - Crédito: Bruna Klassmann
A leitura é uma ferramenta imprescindível para aprendizagem. A partir dessa ideia, a EMEF Pres. Rodrigues Alves vem desenvolvendo desde o início do ano letivo o projeto “Rodrigues Alves lendo o mundo e reescrevendo histórias”. As atividades são realizadas com todas as turmas, da faixa etária 4 anos até o 5º ano. Momentos literários, trabalhos em sala de aula, leitura em formato de teatro, cantinho para a leitura são as atividades propostas, a fim de realizar um trabalho interdisciplinar com as professoras.

A turma do 5º ano B destacou que o melhor momento do projeto é a parada diária para a leitura. A atividade é realizada no início da aula e os alunos podem escolher entre os livros disponíveis, uma história para ser desbravada. “Com esse tempo de leitura na sala, eu comecei a ler bem mais, até agora já foram mais de dez livros”, comentou a aluna Erica da Silva Romansini, 10 anos. 

Além dessa atividade, destacam-se dois momentos que a escola destina para a leitura. A sacola literária, que contém revistas, livros, dicionários e jornais, que os alunos podem levar para casa e ler com os pais, toda semana. Já a outra atividade acontece uma sexta-feira por mês, quando todos os alunos participam da Hora da Leitura. “Com essas atividades incentivamos e acrescentamos na rotina das crianças os livros, a partir da leitura. Cada professor fica responsável pela sua turma, para realizar essas tarefas e propor ações diferenciadas”, conta a professora de Português do 4º e 5º ano, Bruna Frantz. O projeto seguirá com atividades até o final de 2015, incentivando através da leitura uma escrita melhor dos alunos.
0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Eugênio desenvolve projeto de valorização e reconhecimento da escola

Grafite inspirado na obra de Flávio Scholles foi realizado na frente da Eugênio - Crédito: Bruna Klassmann
Com o objetivo de retomar a história da formação do loteamento Kephas, localizado no bairro São José, a EMEF Eugênio Nelson Ritzel desenvolve diversas atividades com os alunos e comunidade escolar. Através do Projeto Conhecendo a História e Resgatando a Identidade, as ações buscam valorizar e reconhecer as memórias da comunidade.

Entre as tarefas desenvolvidas dentro da escola, estão as casinhas de papel. A atividade foi realizada com os alunos, professores, pais, funcionários e moradores e foi coordenada pela professora Andrea Pavani. A proposta era cada um criar uma pequena casa de papel, representando como gostaria que fosse sua residência no bairro, colorindo e enfeitando cada pedaço de papel. A aluna do 7º ano C, Fátima Aparecida, 14 anos, conta como ficou a sua casa. “Eu desenhei flores, portas e janelas. Fiz como seria a casa dos meus sonhos, colorindo as paredes principais de roxo, pois eu gosto”, comenta. Já seu colega, Isaías Victor Antunes da Silva, 12 anos, descreve a representação da sua casa: “Eu fiz a minha casa com uma vida boa, uma vida feliz. É simples mas é boa”, ressalta. 

Com as casinhas de papel prontas, foram montados murais pela escola, colocando uma casinha ao lado da outra, tendo como resultado um bairro formado pelas pessoas que frequentam a escola. “Esse trabalho visou mostrar a identidade de cada um dos moradores, que de uma forma ou de outra estão presentes dentro da Eugênio”, destacou Andrea. A atividade foi inspirada na obra Ritzeletas, do artista plástico Flávio Scholles, que retrata as casas construídas pelos primeiros moradores do Kephas.

Fazendo parte da história do bairro
O Projeto Conhecendo a História e Resgatando a Identidade iniciou ainda durante as férias de verão, quando a direção da escola reorganizou alguns espaços internos. Entre os locais, está a fachada da instituição de ensino, que recebeu um trabalho artístico também inspirado na obra Ritzeletas, do artista plástico Flávio Scholles. Na frente da escola foi feito um grafite representando as casas do bairro. Além disso, dentro da Eugênio todas as portas e placas de identificação da escola tem o mesmo desenho da obra para decorar os espaços. “Queremos que esse trabalho faça com que os alunos tenham orgulho da escola, de fazer parte da história do loteamento Kephas”, ressaltou a diretora Denira Liesenfeld.
quinta-feira, 16 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Uma vida dedicada à música!

Professora Edi Kuhn ministrou aula para todas as escolas da rede municipal - Crédito: Bruna Klassmann
Crescer em uma família em que a música estava presente em todos os momentos, foi um dos fatores que levou a menina Edi Kuhn a dedicar sua vida a essa arte. Vinda do interior de Santa Cruz do Sul, com pais atuando nessa área como professores a 60 anos atrás, fez com que ela seguisse esse caminho desde nova. Aprendeu violino aos quatros anos de idade e, com o passar do tempo, foi se aperfeiçoando em outros instrumentos. 

Ao estudar em internatos já na região do Vale do Sinos, continuou vivenciando essa arte. Ao se formar, decidiu seguir a profissão dos pais e ser professora de música. Após atuar durante três anos em uma cidade de Santa Catarina, decidiu voltar para o Rio Grande do Sul. Aqui no estado, iniciou a sua carreira na Fundação Evangélica de Novo Hamburgo. Na escola começou ensinando flauta e depois assumiu a orquestra infanto-juvenil da instituição. 

Em 1981, a professora de música Edi Kuhn, organizou através da Fundação Evangélica, o 1º simpósio pré-escolar do Município. “Foi uma emoção muito grande ao ver mais de 500 pessoas sentadas em um auditório participando do evento”, salientou. 

Foi a partir desse encontro que o diretor da Fundação, na época o professor Ernest Sarlet, convidou a professora Edi para ministrar aulas de música para todas as escolas da rede municipal de ensino de Novo Hamburgo. “Eu lembro até hoje do Sarlet falando ‘Edi tu vais trabalhar com todos os alunos do Município’, com isso levei um susto muito grande”, recordou.

Foram 22 anos de dedicação com as escolas do Município. No começo as aulas eram ministradas na antiga sede da SEMEC, que atualmente abriga o Centro Municipal de Cultura, no centro da cidade. Lá, Edi atendia duas escolas por semana. “Foi sempre maravilhoso ver a garotada sentada, curiosos para conhecer os instrumentos que seriam utilizados nas aulas”, ressaltou. Muitas vezes as aulas precisavam ser realizadas no Teatro Paschoal Carlos Magno, pois a escola levava todos os alunos para ter aulas de música e a sala ficava lotada.

Com o passar do tempo e a elevação do número das escolas, a didática tomou outra forma. A professora Edi se deslocava para escola para poder ministrar as aulas de música. “Eu sinto saudades dessa época, pois a cada dia eu chegava em casa com uma história diferente. Era maravilhoso”, destacou. Hoje, a professora Edi dirige um coro da comunidade dos Três Reis Magos, do bairro Hamburgo Velho, mantendo a música em sua rotina. “Eu recordo de uma frase dita por um aluno meu com a palavra música, que fica assim: momentos únicos sentidos intensamente com amor. É isso que a música representa na minha vida”, falou alegremente a professora Edi Kuhn. 
segunda-feira, 13 de julho de 2015 0 comentários

Judô reuniu em torno de 270 atletas na Olimpíada Escolar de Novo Hamburgo

A competição reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas - Crédito: Bruna Klassmann
Mais uma modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos de Novo Hamburgo foi disputada no domingo, dia 12 de julho. O Judô reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas, entre municipais, estaduais e privadas na Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo. Separadas por categorias, as crianças competiram nos turnos da manhã e da tarde. A olimpíada é promovida pela Prefeitura a partir das secretarias de Esporte e Lazer (SMEL) e Educação (SMED). As lutas de Judô aconteceram com o apoio da SGNH e da Pajova.

“A olimpíada é uma atividade de incentivo ao esporte, sendo uma oportunidade para as crianças terem acesso às práticas esportiva e à inclusão das pessoas. Estamos orgulhosos da participação dos estudantes, a cada modalidade temos um bom número de crianças”, destacou o secretário da SMEL, Ricardo Ritter, o Ica. As disputas foram realizadas pelas categorias sub-8, 10, 12, 14 e 17 nos naipes masculino e feminino, divididas por peso, faixa etária e experiência. As medalhas foram entregues logo após o término das lutas em cada categoria. 

O aluno da EMEF Borges de Medeiros, Pedro Henrique Silvera Souza, conquistou a medalha de ouro na categoria sub-12. “Achei muito boas as minhas lutas, já venho treinando há mais de dois anos. Além do Judô, já participei de outras modalidades da Olimpíada”, destacou o aluno. A próxima modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos será nos dias 19, 20 e 21 de agosto, com os jogos de futsal. 

Jogos seguem até setembro
Cerca de 4 mil alunos de 68 escolas estão participando das disputas da Olimpíada Escolar Para Todos nas modalidades de Punhobol, Handebol, Vôlei, Rugby, Basquete, Futsal, Natação, Atletismo, Judô e Xadrez. As competições estão acontecendo em diferentes espaços da cidade a partir das parcerias com clubes, entidades e colégios. Das modalidades, cinco delas (Natação, Atletismo, Judô, Basquete e Xadrez) também serão realizadas na modalidade Para Todos, ou seja, terão baterias adaptadas para a participação de estudantes com deficiência. Mais informações sobre os jogos estão disponíveis no site olimpiada.novohamburgo.rs.gov.br.

Calendário atualizado:
19, 20 e 21/08 – Futsal
25 e 26/08 – Atletismo
30/09 – Punhobol
quinta-feira, 9 de julho de 2015 0 comentários

Pelo 6º ano, Novo Hamburgo esteve presente na Francal com o Estande Coletivo

Presente com 24 micro e pequenas empresas, Novo Hamburgo participou pelo 6º ano consecutivo na Feira Internacional de Moda em Calçados e Acessórios, a Francal. O Estande Coletivo “Novo Hamburgo – Capital Nacional do Calçado” oportunizou às empresas a apresentarem as suas coleções primavera-verão entre os dias 6 e 9 de julho, no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo. O espaço que estava localizado nos corredores I e J, é uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR).

“Em todas as edições as nossas empresas fecham novos negócios e prospectam clientes para futuras vendas. Essa e outras feiras que participamos com o Estande Coletivo é uma vitrine para os nossos microempresários conhecerem pessoas de outros estados e países”, destacou o prefeito Luis Lauermann, que visitou o Estande Coletivo na segunda e terça-feiras, dias 6 e 7. O secretário da SEDETUR, Carlos Finck, salienta sobre os resultados desta edição. “Vamos divulgar daqui alguns dias os resultados finais das empresas neste ano, mas sabemos o que espaço é sempre bem procurado por ter opções variadas de preços e número mínimo de fabricação”, salientou Finck.

Estiveram presentes nessa edição da Francal, as empresas: Amoreco, Ana Boss, Angel´s Feet, Bela Flor, Brasilis, Brunelly, Catri Bolsas, Clicshoes, Daily Calçados, Dellay, Di Marlys, Doramar, FEM Conforto do Brasil, Ferrat/Valeiko, Grinelli Bolsas, Hot Feet, Karina Bertuluci, Malarrara, Sapri, Vanessa Neves, Villa Get, Villa Rosa, Virgem Santa Bolsas e XOX.
quarta-feira, 8 de julho de 2015 0 comentários

Prefeitura recebe doações para Campanha do Agasalho

As doações foram entregues no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry - Crédito: Bruna Klassmann
Na quarta-feira, dia 8 de julho, a Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio do Gabinete da Primeira-dama, recebeu doações de roupas e alimentos do Grêmio Esportivo Bento Gonçalves. A entrega do clube esportivo ocorreu no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Foram repassados mais de 30 quilos de alimentos e 150 peças, entre roupas para adultos e crianças, além de calçados. “Ficamos felizes em saber que as entidades do nosso Município estão ajudando as pessoas da comunidade”, salientou o prefeito Luis Lauermann. As doações foram entregues por Nelson Pedro Inácio da Silva, que representou a diretoria do clube. “Arrecadamos essas doações na nossa festa junina e estamos repassando para a Prefeitura, pois sabemos que é a forma mais correta para a distribuição nas comunidades necessitadas”, destacou.
terça-feira, 7 de julho de 2015 0 comentários

Novo Hamburgo receberá o revezamento da Tocha Olímpica em 2016

O revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 passará por 300 cidades brasileiras, entre elas está Novo Hamburgo - Crédito: Bruna Klassmann
O revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 passará por 300 cidades brasileiras, entre elas está Novo Hamburgo. Essa participação foi confirmada na manhã de segunda-feira, dia 6 de julho, em reunião realizada no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Após o convite enviado ao Município, o encontro teve como foco apresentar os quesitos que a cidade precisa cumprir para receber a ação e reuniu representantes das Secretarias Especial de Gabinete (SEG), de Esporte e Lazer (SMEL) e de Segurança e Mobilidade Urbana (SESMUR), com o comitê organizador sul dos Jogos Olímpicos Rio 2016. 

“Novo Hamburgo está de braços abertos para receber essa passagem da Tocha Olímpica, oportunizando a comunidade a ter um contato direto com os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. Vamos cumprir com todos os quesitos. Então aceitamos o convite para receber o revezamento”, salientou o Secretário Especial de Gabinete, Gilmar Valadares, durante a reunião. Conforme o comitê organizador, a tocha olímpica passará por Novo Hamburgo ao longo do mês de julho de 2016, em ruas que levam aos pontos históricos e importantes do Município. Ao todo, serão percorridos 5,5 quilômetros, oportunizando mais de 20 pessoas a carregarem a tocha olímpica. 

O secretário de Esporte e Lazer, Ricardo Ritter, o Ica, destacou a importância dessa passagem da tocha por Novo Hamburgo. “Estar recebendo uma ação tão importante e marcante para o esporte brasileiro no nosso Município nos faz querer reunir os nossos atletas para participar desse evento que ocorrerá no próximo ano”, salientou. Já o secretário da SESMUR, Egon Kirchheim, salientou do trabalho que será realizado. “Foram apresentados os quesitos de segurança e mobilidade que precisam ser cumpridos no dia do revezamento. Nós, com a Guarda Municipal, vamos começar a planejar o trabalho a ser realizado para que possamos oportunizar uma passagem com segurança para todos”, ressaltou. O revezamento da tocha olímpica iniciará em maio de 2016, saindo de Brasília. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.rio2016.com/tochaolimpica/.

Inscrições
Com o objetivo de oportunizar a comunidade a participar do revezamento da Tocha Olímpica, os patrocinadores dos Jogos Rio 2016 estão abrindo as incrições para as pessoas interessadas em carregar a tocha. Serão escolhidas para Novo Hamburgo cerca de 20 pessoas. Quem se interessar deve acessar o site do Bradesco, da Coca-Cola ou da Nissan e preencher os dados. Cada patrocinador terá o seu critério de escolha. Os carregadores levaram a tocha por 200 metros. 

Jogos Olímpicos
Os Jogos Olímpicos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016. Ao todo, serão disputadas 35 modalidades, entre natação, atletismo, vôlei e basquete. Além do Rio, as cidades de Brasília (DF), São Paulo (SP), Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA) sediarão jogos do futebol.
sexta-feira, 3 de julho de 2015 0 comentários

Comunidade poderá participar do passeio turístico no sábado

Uma atividade que passará por diversos pontos turísticos de Novo Hamburgo está programada para ocorrer no sábado, dia 4 de julho. O passeio turístico passará por 32 locais, com saída do CTG Essência da Tradição (Rua Nicolae Vasilescu, 384 – bairro Canudos), às 8h30. A participação é gratuita e aberta para toda a comunidade, sendo uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR) e gabinete da Primeira-dama. 

“É uma oportunidade da nossa comunidade conhecer os nossos pontos turísticos. Além disso, pode ver de perto locais importantes para a história do Município”, destacou a Primeira-dama, Jorgia Seibel. Para os participantes, será destinado um ônibus para o deslocamento entre os locais. “Dos pontos que serão visitados, alguns vamos passar na frente e outros teremos a oportunidade de descer do ônibus”, comentou a diretora de turismo da SEDETUR, Rosi Fritz. O retorno do passeio está programado para ocorrer às 12 horas, no local de saída.

Serão visitados os pontos: Praça da Juventude, Igreja Sagrado Coração de Jesus, Parque Floresta Imperial, Monumento à Bíblia, Fenac, IBTeC, Grupo Sinos, Catedral São Luiz Gonzaga, Monumento ao Sapateiro, Santuário das Mães, Praça XX de Setembro, Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, Corredor Cultural, ABICalçados, Corpo de Bombeiros, Praça da Bandeira, Biblioteca Municipal, Câmara dos Vereadores, Delegacia de Polícia (Civil e da Mulher), Colégio Santa Catarina, Igreja Três Reis Magos (Igreja do Relógio), Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, Fundação Ernesto Frederico Scheffel, Hotel Swan Tower, Feevale Campus I (Museu Nacional do Calçado), Igreja Nossa Senhora da Piedade e Cemitério, Monumento ao Sapateiro, Trensurb, Lomba Grande e Casa da Lomba.
terça-feira, 30 de junho de 2015 0 comentários

Prefeitura detalha estande coletivo de Novo Hamburgo na Francal

O encontro reuniu os representantes das empresas que participarão do Estande Coletivo na Francal - Crédito: Bruna Klassmann
Na manhã de terça-feira, dia 30 de junho, a Prefeitura reuniu os representantes das 24 empresas que estarão no Estande Coletivo “Novo Hamburgo – Capital Nacional do Calçado” na Feira Internacional de Moda em Calçados e Acessórios, a Francal. O encontro aconteceu no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Entre os assuntos tratados, foram repassados os detalhes do espaço e localização. Além disso, foi realizado o sorteio dos locais que cada empresa ocupará no estande. A feira ocorrerá entre os dias 6 e 8 de julho, no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo. O espaço é uma realização da Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR).

“Depois de muita negociação com a organização da feira, conseguimos realizar em mais uma edição o estande coletivo do Município. Esse espaço é uma forma de oportunizar as nossas micro e pequenas empresas a estarem em uma vitrine do patamar da Francal. Desejo muito sucesso para todas as empresas”, salientou o prefeito Luis Lauermann. O Estande Coletivo estará localizado nos corredores I e J. O horário de visitação é das 10 às 20 horas. “A venda e produção de cada empresa na feira trará resultados para a cidade. Esse retorno é direto, pois através do estande coletivo os empresários estão ajudando os negócios de Novo Hamburgo, até mesmo no quesito de geração de empregos”, ressaltou o secretário da SEDETUR, Carlos Finck. 

O Estande Coletivo está presente pelo 6º ano consecutivo na Francal e a cada edição oportuniza o espaço para novas empresas. Este ano quem está indo pela primeira vez é Daily Calçados. “Esperamos um bom retorno para esse segundo semestre através do lançamento da coleção na feira. Sabemos que é um evento com um movimento bom, então pretendemos fechar bons negócios”, comentou o proprietário da empresa, Luis Carlos Machado de Freitas. Será disponibilizado para cada participante no Estande Coletivo um espaço com mesa, cadeiras, prateleiras e um logo de identificação.

Empresas selecionadas para a Francal: Amoreco, Ana Boss, Angel´s Feet, Bela Flor, Brasilis, Brunelly, Catri Bolsas, Clicshoes, Daily Calçados, Dellay, Di Marlys, Doramar, FEM Conforto do Brasil, Ferrat/Valeiko, Grinelli Bolsas, Hot Feet, Karina Bertuluci, Malarrara, Sapri, Vanessa Neves, Villa Get, Villa Rosa, Virgem Santa Bolsas e XOX.
quinta-feira, 25 de junho de 2015 0 comentários

Lei para novas eleições do Conselho Tutelar é sancionada

O encontro ocorreu no Gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry e reuniu o Prefeito Luis Lauermann, representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) - Crédito: Bruna Klassmann
Na quinta-feira, dia 25 de junho, o prefeito Luis Lauermann sancionou a Lei Municipal de nº 2.822/2015, que dispõe sobre a política municipal de promoção, proteção, defesa e controle dos direitos da criança e do adolescente e consolida a legislação municipal sobre a criança e o adolescente. O encontro ocorreu no Gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry e reuniu o prefeito, representantes da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) e do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA). “Essa nova lei é um conjunto de cinco outras que o Município possuía referente a esse assunto. Com ela vamos ter uma mudança em relação as eleições dos conselheiros tutelares. A partir de agora, as eleições ocorrerão junto com a eleição nacional”, afirmou Lauermann.

Durante a reunião, o secretário da SDS, Hélio Pacheco, destacou como ocorreu o processo construtivo dessa nova lei. “Pensamos juntos com o CMDCA, Câmara de Vereadores e Prefeitura, resultando em um trabalho coletivo. Foi um trabalho fundamental”, salientou. Atualmente, Novo Hamburgo possui dois conselhos tutelares, com cinco profissionais cada. Com essa nova lei, as eleições ocorrerão de quatro em quatro anos. “Essa nova lei é bem completa e ajudará os profissionais que atuam nessa área. Ficamos bem gratos pelo trabalho realizado”, destacou o presidente do CMDCA, Carlos Bock.

Novas eleições
Entre as mudanças da Lei Municipal de Nº 2.822/2015, estão as eleições dos conselheiros tutelares. A partir desse ano, o pleito ocorrerá em todo o território nacional no dia 4 de outubro de 2015. Em Novo Hamburgo serão 12 locais de votação. A primeira etapa para as eleições são as inscrições dos candidatos, que ocorre no período de 1º a 30 de julho. Os interessados deverão procurar o CMDCA de segunda a sexta-feira, das 13 horas às 17 horas, na Rua David Canabarro, número 20, no 5º andar, no Centro. As informações e editais para a eleição do Conselho Tutelar mandato 2016/2019 serão disponibilizadas a partir de segunda-feira, dia 29 de junho, no site da Prefeitura www.novohamburgo.rs.gov.br, no link “Eleições Conselho Tutelar”.
0 comentários

Organizadores da Festa do Motorista divulgam o evento no gabinete do Prefeito

Da direita para esquerda: organizadores do evento, Santo Vicente, diretor de Orçamento Participativo, Betinho Koch, secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Egon Kirchheim, prefeito Luis Lauermann, e o organizador do evento Nelcio Ramos - Crédito: Bruna Klassmann
Na quinta-feira, dia 25 de junho, os organizadores da 28ª Festa dos Motoristas de Novo Hamburgo estiveram no Gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry para divulgar o evento. No encontro estiveram presentes o prefeito Luis Lauermann, o secretário de Segurança e Mobilidade Urbana, Egon Kirchheim, o diretor de Orçamento Participativo, Betinho Koch, e os organizadores da festa Nelcio Ramos e Santo Vicente. “Este é um evento muito tradicional em nossa cidade, sabemos que a comunidade está sempre presente”, comentou Lauermann.

A Festa dos Motoristas acontecerá no domingo, dia 26 de julho, na Paróquia Sagrado Coração de Jesus (Av. Pedro Adams Filho, 977 – Santo Afonso). As atividades iniciam às 9 horas, com a missa festiva; às 10h15 será feita a benção na Gruta de São Cristóvão; às 10h30 começa a benção e procissão dos motoristas; e às 12 horas acontecerá o almoço com a comunidade.
quarta-feira, 24 de junho de 2015 0 comentários

Projeto VerdeSinos leva alunos para áreas verdes e úmidas do Município

Ao todo, 45 alunos de escolas municipais participaram da saída de campo do Projeto VerdeSinos - Crédito: Bruna Klassmann
Com o objetivo de realizar uma pesquisa sobre as áreas úmidas do Município, alunos participaram de uma saída de campo na quarta-feira, dia 24 de junho, realizada pelo Projeto VerdeSinos. Ao todo, 45 crianças das escolas municipais Machado de Assis, Ana Néri, Senador Salgado Filho, Elvira Brandi Grin e Francisco Xavier Kunst fizeram parte dessa ação. A saída foi às 8 horas do Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet (CEAES), em Lomba Grande. Ao logo do dia, os alunos passaram na região do Arroio Wallahai, nos banhados do Rio dos Sinos, no Parque Henrique Luiz Roessler, o Parcão, terminando o passeio com uma vista panorâmica do Rio do Sinos e das nascentes do Arroio Pampa, na Vila Diehl.

Além do caderno de anotações, os alunos puderam utilizar como instrumento de pesquisa binóculos, lupas, termômetros digitais, tablets e outras ferramentas. Em cada parada, os alunos receberam explicações e puderam esclarecer as dúvidas sobre os assuntos: fauna, flora, ecossistema, ecologia, saneamento, poluição, mata ciliar, biodiversidade e agricultura orgânica. A atividade foi coordenada pelos integrantes do Comitê Gestor de Educação Ambiental do Município (CGEANH), composto por servidores da Prefeitura de Novo Hamburgo, em parceria com a Comusa – Serviços de Água e Esgoto. “Com os dados dessa saída de campo, os alunos elaborarão diferentes planos de ação de preservação da área pesquisada. Os alunos trabalharão com os dados de campo, desenhos, mapas, fotografias para a realização de relatórios que serão apresentados em um seminário no final da capacitação do projeto”, salientou a coordenadora do CEAES, Solange Mânica.

Para o aluno da EMEF Ana Néri, João Gabriel Luz da Silva, 12 anos, essa atividade ajuda a esclarecer as informações passadas nas capacitações. “Aqui a gente aprende mais coisas sobre a mata ciliar, além disso, como funciona o ciclo da natureza. Assim aprendemos e ensinamos em casa para os nossos pais para que possamos reciclar em casa também”, comentou. O Projeto Verde Sinos é dirigido pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos) e pela Fundação Universitária para o Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa (Fundepe) e tem patrocínio do Governo Federal e da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.
 
;