segunda-feira, 18 de janeiro de 2016 0 comentários

RONDON: Chegada ao 24º Batalhão de Infantaria Leve


No texto de hoje, quero destacar a chegada dos Rondonistas representantes da Universidade Feevale ao 24º Batalhão de Infantaria Leve (BIL). Depois de desembarcarmos em São Luís, logo nos dirigimos até o batalhão, pois já eram 12 horas, lembrando que no nordeste não há horário de verão. Resumindo, estavam todos com fome e cansados da viagem, mas a aventura só estava começando.

Quando chegamos ao batalhão, logo recebemos o nosso kit de Rondonista: quatro camisetas, um chapéu, uma mochila, uma caneca, uma garrafinha, uma capa de chuva, um adesivo, um bloco de anotações, uma caneta e um crachá de identificação, além do colete que já estávamos vestindo desde que saímos do Rio Grande do Sul. Óbvio que além desses mimos, teve uma lista gigante de recomendações... a primeira delas foi: sempre estar identificado como Rondonista, com camiseta ou colete, crachá, entre outros objetos.

Depois de receber o kit e as orientações, descobrimos onde iríamos ficar alojados, meninas de um lado e meninos de outro. O local reservado para dormir e deixarmos os nossos pertences ficava no quarto andar do prédio, o que significa que tivemos que subir com todas as tralhas de escada. Claro, que o pessoal do exército, como ótimas pessoas, NÃO nos ajudaram a levar nada. Estávamos ali para nos virarmos, então sem regalias, e a ordem era não ajudar nenhum Rondonista a carregar os seus pertences. Depois de todo o esforço nas escadas, precisávamos encontrar as nossas camas dentro dos alojamentos. Todas estavam identidades com nome e universidade, assim como os armários.
Alojamento das meninas no 24º BIL
Então, como o nosso mal nesse momento era fome, logo fomos encaminhados para o refeitório do batalhão. Sim, a comida era boa e bem caseira, sei que estavam pensando nisso. Tinha arroz, feijão, dois tipos de carne, uma variedade de saladas, não esquecendo a sobremesa. Depois de respiramos um pouco e nos alimentarmos, ambientando-se um pouco com o lugar, sobrou um tempo para o descanso. Podíamos voltar para os alojamentos e tirar um cochilo ou fazer o que havia de necessidade.

Até este momento, nem todos os Rondonistas das outras Universidades participantes da Operação Jenipapo haviam chegado no 24º BIL. Então, a cada hora era uma festa dentro dos alojamentos, com alunos entrando animados e ansiosos para começar o Rondon.

A tarde passou bem rápida, como não estávamos em São Luís para descansarmos, resolvemos tomar um chimarrão e interagir com outras pessoas. Sentamos no muro e no chão de um canto do batalhão, trocando ideias e expectativas de como seria essa operação. Foi nesse momento que rolou um selfie histórico.

Rondonistas da Feevale
Como a Operação Jenipapo de fato ainda não havia começado a noite desse primeiro dia, foi reservada para que pudéssemos conhecer um shopping de São Luís. Não lembro o nome do local, só sei que foi uma noite muito divertida, em que a nossa equipe pode se conhecer melhor, quebrando o primeiro gelo, criando assim uma união. Como havia horário marcado para ir e voltar, logo estávamos de volta no batalhão, agora sim para descansarmos. No segundo dia, havia uma programação extensa. Não esquecendo que a banda do exército iria começar a tocar as 6h30, isso mesmo SEIS E MEIA DA MANHÃ.

No próximo texto eu conto como foi o segundo dia de muitas atividades do Projeto Rondon, incluindo passeio por São Luís, abertura oficial da Operação Jenipapo e jantar oficial com os Rondonistas. Até a próxima!



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RONDON: um ano da maior lição de vida e cidadania
sábado, 16 de janeiro de 2016 0 comentários

RONDON: um ano da maior lição de vida e cidadania


Meninos: Professor Marcelo, Tainã, Anilton e Nemar; Meninas: Professora Sueli, Bruna, Lauren, Mirela, Lia e Vanessa
UM ANO! Hoje, dia 16 de janeiro, está completando um ano do início da nossa viagem para o Maranhão para participar da Operação Jenipapo, do Projeto Rondon. Sei que muito tempo já se passou, foram 365 dias lembrando todos os dias dessa vivência, cada história e detalhe estão guardados na memória. Mas, depois de olhar as fotos e vídeos milhares de vezes, penso que chegou o momento de compartilhar tudo o que passamos durante os 19 dias como rondonistas.

Para quem pegou o bonde andando, o Projeto Rondon é coordenado pelo Ministério da Defesa, com o foco da integração social envolvendo a participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliando o bem-estar da população. Ele foi criado em 1967 realizando atividades por todo o Brasil, tornando-se assim conhecido pela população brasileira. Mas, em 1989, o Projeto Rondon deixou de receber prioridade no Governo Federal e foi extinto. Em 2005, voltou de cara nova, completando 10 anos durante a operação Jenipapo. Ao todo, já participaram do Rondon mais de 12.000 rondonistas atuando em cerca de 800 municípios.

Bom, voltando para a Operação Jenipapo, na qual eu e mais sete alunos da Universidade Feevale fomos para o Maranhão se juntar com mais dezenas de acadêmicos de diferentes estados brasileiros. O dia da nossa saída foi 16 de janeiro de 2015 e o primeiro destino era o 24° Batalhão de Infantaria Leve, em São Luís. Mas antes, tivemos que nos encontrarmos no campus I da Feevale, pegar uma Van e seguir até o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Lá pegamos o avião e fomos até Guarulhos em São Paulo. Quando chegamos, vimos muitos coletes amarelo com o símbolo do Rondon (Identificação do projeto) transitando pelo saguão do aeroporto. Ali sim, começou a cair a ficha que o Rondon havia começado.

Tivemos que esperar em São Paulo por três horas até o próximo voo. Quando nos acomodamos no avião percebemos que quase todo mundo que estava ali era do Projeto Rondon. Então começaram as conversas para saber de qual estado nós éramos, quais oficinas iríamos ministrar, em qual município iríamos nos hospedar no Maranhão e por aí adiante. Foram mais de três horas de viagem. Quando chegamos ao Aeroporto Internacional de São Luís havia toda uma recepção para os rondonistas. Lá conhecemos Dimas, o sargento do exercito que ficou responsável pelo o nosso grupo. Então, saímos do aeroporto e fomos direto para o 24° Batalhão de Infantaria Leve.

Ah, não poderia deixar de salientar que todos estavam com uma expectativa gigante para descobrir o que iria acontecer nas próximas horas e dias. Hoje seria isso, no próximo texto eu conto como foi a nossa instalação e recepção no 24° Batalhão de Infantaria Leve. Até logo!
segunda-feira, 20 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Aluna da Rodrigues é destaque no Xadrez

Aluna conquistou a medalha no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte, na categoria sub 8 - Crédito: Bruna Klassmann
Concentração, paciência e estratégia são pontos presentes no treinamento do jogo de xadrez da aluna Jenifer Graziela do Nascimento, 9 anos, do 3º ano B da EMEF Rodrigues Alves. “Quando eu estava na escola Ana Néri, a professora perguntou quem se interessava em aprender a jogar xadrez, então eu comecei a treinar com os meus colegas”, comentou.

Desde então, Jenifer treina três vezes por semana. “Eu fico jogando em casa, pois eu gosto. Agora eu estou ensinando a minha avó para ter uma adversária no jogo”, ressaltou. A motivação em continuar jogando xadrez foi a conquista do 3º lugar no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte de Novo Hamburgo, na categoria sub 8, em outubro 2013.
 
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