sábado, 16 de janeiro de 2016

RONDON: um ano da maior lição de vida e cidadania


Meninos: Professor Marcelo, Tainã, Anilton e Nemar; Meninas: Professora Sueli, Bruna, Lauren, Mirela, Lia e Vanessa
UM ANO! Hoje, dia 16 de janeiro, está completando um ano do início da nossa viagem para o Maranhão para participar da Operação Jenipapo, do Projeto Rondon. Sei que muito tempo já se passou, foram 365 dias lembrando todos os dias dessa vivência, cada história e detalhe estão guardados na memória. Mas, depois de olhar as fotos e vídeos milhares de vezes, penso que chegou o momento de compartilhar tudo o que passamos durante os 19 dias como rondonistas.

Para quem pegou o bonde andando, o Projeto Rondon é coordenado pelo Ministério da Defesa, com o foco da integração social envolvendo a participação voluntária de estudantes universitários na busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento sustentável de comunidades carentes e ampliando o bem-estar da população. Ele foi criado em 1967 realizando atividades por todo o Brasil, tornando-se assim conhecido pela população brasileira. Mas, em 1989, o Projeto Rondon deixou de receber prioridade no Governo Federal e foi extinto. Em 2005, voltou de cara nova, completando 10 anos durante a operação Jenipapo. Ao todo, já participaram do Rondon mais de 12.000 rondonistas atuando em cerca de 800 municípios.

Bom, voltando para a Operação Jenipapo, na qual eu e mais sete alunos da Universidade Feevale fomos para o Maranhão se juntar com mais dezenas de acadêmicos de diferentes estados brasileiros. O dia da nossa saída foi 16 de janeiro de 2015 e o primeiro destino era o 24° Batalhão de Infantaria Leve, em São Luís. Mas antes, tivemos que nos encontrarmos no campus I da Feevale, pegar uma Van e seguir até o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre. Lá pegamos o avião e fomos até Guarulhos em São Paulo. Quando chegamos, vimos muitos coletes amarelo com o símbolo do Rondon (Identificação do projeto) transitando pelo saguão do aeroporto. Ali sim, começou a cair a ficha que o Rondon havia começado.

Tivemos que esperar em São Paulo por três horas até o próximo voo. Quando nos acomodamos no avião percebemos que quase todo mundo que estava ali era do Projeto Rondon. Então começaram as conversas para saber de qual estado nós éramos, quais oficinas iríamos ministrar, em qual município iríamos nos hospedar no Maranhão e por aí adiante. Foram mais de três horas de viagem. Quando chegamos ao Aeroporto Internacional de São Luís havia toda uma recepção para os rondonistas. Lá conhecemos Dimas, o sargento do exercito que ficou responsável pelo o nosso grupo. Então, saímos do aeroporto e fomos direto para o 24° Batalhão de Infantaria Leve.

Ah, não poderia deixar de salientar que todos estavam com uma expectativa gigante para descobrir o que iria acontecer nas próximas horas e dias. Hoje seria isso, no próximo texto eu conto como foi a nossa instalação e recepção no 24° Batalhão de Infantaria Leve. Até logo!

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