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segunda-feira, 20 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: 7 questões que geram dúvidas

Confira as dúvidas enviadas ao Jornal Nosso Bairro em Pauta, pelos pais e professores das escolas parceiras do projeto, sobre a rotina e as atitudes das crianças e adolescentes. As perguntas foram respondidas pela professora e psicóloga Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro, da Universidade Feevale.

NBP - Por que as crianças têm receio de experimentar algo novo?
Marianne - “Isso varia da idade da criança, pois há idades em que as crianças não têm receio. Os pequenos experimentam muito, até os pais precisam ficar em cima, porque vão colocar o dedo na tomada, brincar com meleca, pisar na poça de água. Nesse período entre os 2 e 4 anos, eles não têm receio. Com o avanço da idade, eles vão crescendo e se dando conta dos perigos. Talvez esse receio venha dos pais, que hoje tem um olhar mais atento em relação aos perigos do dia-a-dia. Receio não é atitude de criança. A princípio, eles gostam de experimentar novas coisas, aliás, é da infância conhecer novas brincadeiras, objetos e alimentos. Caso os pequenos tenham uma atitude diferente dessa, pode ser devido aos acontecimentos ao seu redor. Mas, se eles estão bem, são curiosos, querem experimentar e conhecer novos materiais, saber de novos jogos. Tudo isso, depende do contexto que as crianças estão vivendo naquele momento”.

NBP - Como fazer uma criança se soltar nas atividades diferenciadas?
Marianne - “A criança vai se entregar nessas atividades quando ela fazer algum vínculo com essa pessoa que está propondo. Antes de apresentar qualquer ideia, é necessário criar um laço, mas isso precisa ser feito da maneira mais espontânea e livre. Uma criança pequena ainda não está em uma condição emocional e cognitiva para entender as coisas estruturadas. Elas precisam de algo mais lúdico, para fazer esse vínculo. Então, antes de propor uma atividade, precisamos conhecer as crianças, para que a partir disso elas possam aceitar realizar as atividades”. 

NBP - Por que as crianças mordem? 
Marianne - “A criança quando é muito pequena, entre dois e três anos, ela está começando a falar mais, adquirindo um vocabulário maior e se expressando e se fazendo entender. Antes disso, ela é muito corpo, é muita ação. Por exemplo: se ela quer água, ela precisa ir lá e mostrar onde tem aquilo que ela está solicitando. Quando começa a falar, já pode representar o que quer de uma maneira mais simbólica. A mordida ocorre ainda na fase em que a criança precisa muito do concreto. Ao mostrar os seus sentimentos por outra pessoa, muitas vezes acaba mordendo, expressando o seu carinho ou discórdia. Dependendo da fase, pode ser uma forma de se apropriar um do outro. Se a criança tem um amiguinho que gosta muito, ela não tem noção de falar ‘Eu gosto muito de você’. Então, ao expressar o sentimento acaba mordendo, isso é normal. Já uma criança mais velha que morde, requer um olhar um pouco mais cuidadoso sobre ela. A mordida em determinada fase é natural, mas é claro que precisamos sempre dizer que ela não pode morder as pessoas”.

NBP - Como lidar com crianças e adolescentes hiperativos?
Marianne - “A hiperatividade pode ser uma forma da criança apresentar, através do seu comportamento, o que está sentindo. Através desse sintoma, podemos perceber também que elas estão passando por alguns conflitos ou questões, seja em casa, na escola, com a família ou com os amigos. O corpo manifestará de alguma forma essa insatisfação ou problema. As crianças e adolescentes demonstram que não estão bem através da agitação. Não sabemos exatamente como lidar, pois não há receita para essas situações, mas temos que verificar situação por situação. Hoje nós sabemos que esse comportamento pode ser devido à falta de espaço nas casas, porque as crianças não brincam muito na rua, os adolescentes não podem sair de casa a qualquer hora por causa da violência, isso vai limitando a prática de atividades externas. Por isso, nas escolas é necessário a prática de esportes, ações ao ar livre, propor passeios, deixar elas correram e brincam para extravasar. As crianças e adolescentes precisam de um tempo e de uma atividade para poder gastar essa energia”.

NBP - Qual é a importância da família no sucesso escolar?
Marianne - “A importância da família é em tudo, não só no sucesso escolar, mas na saúde mental própria da criança e do adolescente. As famílias com relações mais afetivas, de cumplicidade, de um olhar mais cuidadoso e acompanhando a trajetória do seu filho na escola, facilitam muito e têm uma importância muito grande na educação desses estudantes. Sabemos que há situações que precisam ser resolvidas pela família e outras pela escola. Uma educação mais formal é da escola, já uma educação mais ampla, informal, dos laços, do respeito é feita dentro de casa. Por exemplo, se uma criança desrespeita um professor, nós temos que ver o que está acontecendo em casa. O respeito com o pai, a mãe e as outras pessoas precisam ser construídos dentro de casa. A importância da família é muito grande, mas às vezes os pais precisam ser orientados. Vejo alguns em dúvida em relação as suas decisões e atitudes. São muitas questões em relação à condução da educação, que precisa de limites, de respeito e de autoridade, sempre explicando as regras, mas fazendo as crianças cumprirem também. Se as crianças não têm limites construídos dentro de casa, ela não vai ter na escola”.

NBP - É importante dizer não para os filhos?
Marianne - “É fundamental! O ‘não’ é mais importante que o ‘sim’, pois ele é estruturante. Durante o crescimento da criança é necessário dizer ‘não’ para ela saber o que pode ou não fazer. Assim os pais vão regulando os ciclos e rotinas, e, isso vai estruturando o sujeito. Dizer ‘sim’ é uma barbada, já um ‘não’ é um compromisso. O ‘não’ é muito mais trabalhoso, mas ao dizer ‘não’ é necessário explicar, conversando com as crianças e adolescentes. Para que tu possa dizer o ‘não’ é preciso estar seguro, e às vezes os pais ficam em dúvidas. Nesses casos é interessante que eles peçam orientação, seja da escola ou de um profissional, questionando se está certa essa atitude. Se esses pais tiverem segurança no que estão fazendo, eles irão dizer o ‘não’ firme e um ‘não’ que a criança vai conseguir sustentar”. 

NBP - É importante estabelecer rotinas tanto na infância, quanto na adolescência?
Marianne - “Sim. É claro que essas rotinas não podem ser inflexíveis. As crianças adoram ter uma rotina, aliás, todos nós gostamos de rotina. Mas a gente também gosta de romper de vez enquanto esses compromissos pré-agendados. É muito importante poder romper, mas é necessário ter rotina para ter uma vida organizada, com horário para fazer as coisas. A rotina não pode existir pela rotina, isso não é um exercício de poder sobre a criança. A rotina é para dar as bordas e limites que elas precisam ter para poder se organizar. Os adolescentes também, os pais podem falar as opções possíveis para cada atividade e a partir disso eles escolherem o que querem dentro daquele contexto. Não se pode deixar somente uma opção. Os limites de uma criança e de uma adolescente são diferentes, pois cada idade demanda situações diferentes. Os pais precisam ajustar esses limites conforme as idades, pois não podemos exigir as mesmas coisas para as diferentes etapas da vida. Então, é importante que os limites sejam colocados bem claros, para que as crianças e adolescentes possam saber o que fazer dentro da sua rotina”. 

Quem é Marianne:
Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro atua como professora na Universidade Feevale há 15 anos, ministrando as disciplinas de psicopatologia na infância e adolescência, psicanálise, estágio básico, estágio profissionalizante, entre outras. Formou-se em 1991 em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1999 tornou-se mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atualmente é coordenadora do Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicanálise, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, clínica da infância, adolescência e vida adulta, saúde mental, saúde pública, intervenção terapêutica e dificuldades de aprendizagem.


Você também tem alguma dúvida? Envie suas questões para o Jornal Nosso Bairro em Pauta através do e-mail nossobairro@feevale.br. Elas serão respondidas por uma psicóloga e publicadas anonimamente na próxima edição do periódico.
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Nosso Bairro em Pauta: Com que roupa eu vou?

Quem nunca ficou na dúvida qual roupa vestir antes de sair de casa? Além de combinar as peças, é preciso saber como está o tempo, a temperatura, qual o melhor calçado, onde é que se vai ir. Escolher a roupa deve ser motivo de preocupação? Será que a roupa pode passar informações sobre a personalidade das pessoas? Existem peças que são mais adequadas para passear do que ir à escola? Por que os jovens costumam se vestir do mesmo jeito que os amigos? Essas são algumas das questões tratadas no Caderno Especial dessa edição. Vista uma roupa confortável e boa leitura! 

O que a minha roupa representa?
Entre camisetas, calças, blusas, bermudas, vestidos, casacos, blusões e outras variedades que possuímos em nosso guarda-roupa, escolher as peças para sair de casa não é uma tarefa fácil. Isso porque as nossas roupas transmitem diversas informações, desde o humor até a personalidade, com diferentes tamanhos, cores e estilos. “A moda é a expressão da realidade daquilo que realmente a pessoa sente, que corresponde a sua identidade e também expressa o que ela gostaria de ser, mostrando que moda também é um disfarce para pertencer a este ou aquele grupo”, destaca o doutor em Filosofia, professor Henrique Keske. 

Com esses grupos se dá a origem das inúmeras tribos urbanas existentes. Isso, ocorre principalmente na adolescência, quando os jovens utilizam os mesmos tipos de roupas, acessórios, calçados, criando assim uma identidade para o grupo. “Já tivemos diversas tribos, como os hippies, a época do baby boom, os rockers, os punks e assim se seguiu com o passar do tempo. Mas, hoje as tribos acabam se espelhando em pessoas famosas para seguir a tendência das roupas, o que era diferente na década de 60 ou 70”, comentou a professora Ida Helena Thon, responsável pela disciplina de História da Moda Brasileira. 

Mas para seguir essa moda das tribos, as pessoas precisam estar sempre atualizando as suas peças de roupas. A partir disso, faz com que o processo consumista exista desde a infância. “Estamos envolvidos em um processo cruel de consumismo e isto faz com que as crianças e os adolescentes estejam nessa pressão, pois se eles não usam uniforme, precisam acompanhar tendências de moda e ao fazer isto se desencadeia um processo consumista, por não conseguir acompanhar, as pessoas se sentem excluídos do grupo e para acompanhar, ingressamos num processo de consumo exacerbado”, ressalta Keske.

Para a professora Ida, a moda é uma característica de cada localidade. “Quando olhamos nas novelas os estilos de roupas utilizados pelos personagens, percebemos que cada um possui peças diferentes. Se olharmos para os nossos bairros, vamos descobrir que cada comunidade também tem as suas características, com roupas diferentes”, comenta. Isso representa que cada pessoa se veste de uma maneira diferente, mas no todo, cada um pertence a uma tribo.

O que os outros vão pensar?
Ao se aproximar a fase da adolescência, as crianças passam a discutir as escolhas feitas pelos pais. A partir do período da puberdade e das alterações fisiológicas, os jovens começam a questionar, construir e descontruir a sua identidade. Uma das formas de vivenciar essa construção de identidade é o jeito de se vestir.

A psicóloga e professora Juliana Rosa Pureza conta que é nesse período da vida que os jovens buscam identificação com outras pessoas, formando outros grupos além da família. “É através do jeito de se vestir que os adolescentes começam a quebrar com todos os padrões que estão sendo colocados de fora. Demonstrando que quer se vestir diferente do que se vestia antes, diferente do que a minha família coloca. Tentando se identificar com as outras pessoas”, salientou. Com essa mudança, os jovens passam a querer vestir-se igual ao seu grupo de amigos.

Também nessa fase, é comum os jovens se preocuparem com o que outros vão pensar sobre a roupa que estão vestindo. Juliana explica que isso se chama plateia assistida. “Essa preocupação se dá quando esse adolescente se sente exposto e observado por todos. Então antes de sair de casa pensa que todos estarão olhando a sua roupa, sendo mais um mito pessoal”, salientou.

Orientação aos pais
Com as mudanças ocorridas na fase da adolescência, cabe aos pais saber como lidar com as novas escolhas do vestuário dos filhos, oscilando entre o limite e a liberdade. A psicóloga Juliana orienta que é melhor os jovens passarem essa fase com o auxílio dos pais. “Se esses jovens puderem fazer isso através de conversas, para que esses pais aceitem essas mudanças, ajudarão esse adolescente a reconstruir a sua identidade. O mesmo ocorre com a escola, que através de conversas pode evitar conflitos com as roupas utilizadas pelos jovens dentro da instituição de ensino, ponderando os limites de forma amigável”, destacou. 

Em relação a roupa dos adolescentes, só proibir não adianta, é preciso dar espaço para essas novas escolhas, mas ao mesmo tempo acompanhar de perto para auxiliar nas decisões dos jovens. É necessário apoio e orientação, a fim de que os adolescentes possam usar roupas diferentes sem se expor, com a oportunidade de conhecer novos estilos, se desconstruindo para reconstruir a sua identidade novamente.
quinta-feira, 16 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Uma vida dedicada à música!

Professora Edi Kuhn ministrou aula para todas as escolas da rede municipal - Crédito: Bruna Klassmann
Crescer em uma família em que a música estava presente em todos os momentos, foi um dos fatores que levou a menina Edi Kuhn a dedicar sua vida a essa arte. Vinda do interior de Santa Cruz do Sul, com pais atuando nessa área como professores a 60 anos atrás, fez com que ela seguisse esse caminho desde nova. Aprendeu violino aos quatros anos de idade e, com o passar do tempo, foi se aperfeiçoando em outros instrumentos. 

Ao estudar em internatos já na região do Vale do Sinos, continuou vivenciando essa arte. Ao se formar, decidiu seguir a profissão dos pais e ser professora de música. Após atuar durante três anos em uma cidade de Santa Catarina, decidiu voltar para o Rio Grande do Sul. Aqui no estado, iniciou a sua carreira na Fundação Evangélica de Novo Hamburgo. Na escola começou ensinando flauta e depois assumiu a orquestra infanto-juvenil da instituição. 

Em 1981, a professora de música Edi Kuhn, organizou através da Fundação Evangélica, o 1º simpósio pré-escolar do Município. “Foi uma emoção muito grande ao ver mais de 500 pessoas sentadas em um auditório participando do evento”, salientou. 

Foi a partir desse encontro que o diretor da Fundação, na época o professor Ernest Sarlet, convidou a professora Edi para ministrar aulas de música para todas as escolas da rede municipal de ensino de Novo Hamburgo. “Eu lembro até hoje do Sarlet falando ‘Edi tu vais trabalhar com todos os alunos do Município’, com isso levei um susto muito grande”, recordou.

Foram 22 anos de dedicação com as escolas do Município. No começo as aulas eram ministradas na antiga sede da SEMEC, que atualmente abriga o Centro Municipal de Cultura, no centro da cidade. Lá, Edi atendia duas escolas por semana. “Foi sempre maravilhoso ver a garotada sentada, curiosos para conhecer os instrumentos que seriam utilizados nas aulas”, ressaltou. Muitas vezes as aulas precisavam ser realizadas no Teatro Paschoal Carlos Magno, pois a escola levava todos os alunos para ter aulas de música e a sala ficava lotada.

Com o passar do tempo e a elevação do número das escolas, a didática tomou outra forma. A professora Edi se deslocava para escola para poder ministrar as aulas de música. “Eu sinto saudades dessa época, pois a cada dia eu chegava em casa com uma história diferente. Era maravilhoso”, destacou. Hoje, a professora Edi dirige um coro da comunidade dos Três Reis Magos, do bairro Hamburgo Velho, mantendo a música em sua rotina. “Eu recordo de uma frase dita por um aluno meu com a palavra música, que fica assim: momentos únicos sentidos intensamente com amor. É isso que a música representa na minha vida”, falou alegremente a professora Edi Kuhn. 
segunda-feira, 13 de julho de 2015 0 comentários

Judô reuniu em torno de 270 atletas na Olimpíada Escolar de Novo Hamburgo

A competição reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas - Crédito: Bruna Klassmann
Mais uma modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos de Novo Hamburgo foi disputada no domingo, dia 12 de julho. O Judô reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas, entre municipais, estaduais e privadas na Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo. Separadas por categorias, as crianças competiram nos turnos da manhã e da tarde. A olimpíada é promovida pela Prefeitura a partir das secretarias de Esporte e Lazer (SMEL) e Educação (SMED). As lutas de Judô aconteceram com o apoio da SGNH e da Pajova.

“A olimpíada é uma atividade de incentivo ao esporte, sendo uma oportunidade para as crianças terem acesso às práticas esportiva e à inclusão das pessoas. Estamos orgulhosos da participação dos estudantes, a cada modalidade temos um bom número de crianças”, destacou o secretário da SMEL, Ricardo Ritter, o Ica. As disputas foram realizadas pelas categorias sub-8, 10, 12, 14 e 17 nos naipes masculino e feminino, divididas por peso, faixa etária e experiência. As medalhas foram entregues logo após o término das lutas em cada categoria. 

O aluno da EMEF Borges de Medeiros, Pedro Henrique Silvera Souza, conquistou a medalha de ouro na categoria sub-12. “Achei muito boas as minhas lutas, já venho treinando há mais de dois anos. Além do Judô, já participei de outras modalidades da Olimpíada”, destacou o aluno. A próxima modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos será nos dias 19, 20 e 21 de agosto, com os jogos de futsal. 

Jogos seguem até setembro
Cerca de 4 mil alunos de 68 escolas estão participando das disputas da Olimpíada Escolar Para Todos nas modalidades de Punhobol, Handebol, Vôlei, Rugby, Basquete, Futsal, Natação, Atletismo, Judô e Xadrez. As competições estão acontecendo em diferentes espaços da cidade a partir das parcerias com clubes, entidades e colégios. Das modalidades, cinco delas (Natação, Atletismo, Judô, Basquete e Xadrez) também serão realizadas na modalidade Para Todos, ou seja, terão baterias adaptadas para a participação de estudantes com deficiência. Mais informações sobre os jogos estão disponíveis no site olimpiada.novohamburgo.rs.gov.br.

Calendário atualizado:
19, 20 e 21/08 – Futsal
25 e 26/08 – Atletismo
30/09 – Punhobol
segunda-feira, 22 de junho de 2015 0 comentários

Alunos do Projeto VerdeSinos realizam saída de campo em áreas úmidas

Binóculos, lupas, termômetros digitais, tablets e outros instrumentos para pesquisa serão utilizados durante a saída de campo com os alunos participantes do Projeto VerdeSinos em Novo Hamburgo. A atividade acontecerá em quatro áreas úmidas do Município na quarta-feira, dia 24 de junho, das 8 às 16 horas, com saída do Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet (CEAES), em Lomba Grande. Ao todo, 45 crianças das escolas municipais Machado de Assis, Senador Salgado Filho, Elvira Brandi Grin e Francisco Xavier Kunst farão parte dessa ação. O objetivo da saída de campo é realizar um levantamento para a elaboração dos planos de ação de preservação da área pesquisada. Os alunos trabalharão com os dados de campo, desenhos, mapas, fotografias para a realização de relatórios que serão apresentados em um seminário no final da capacitação do projeto.

A atividade será coordenada pelos integrantes do Comitê Gestor de Educação Ambiental do Município (CGEANH), composto por servidores da Prefeitura de Novo Hamburgo, em parceria com a Comusa – Serviços de Água e Esgoto. “Após as oficinas realizadas com esses alunos, chegou o momento de ver de perto os assuntos que foram tratados até agora. Eles poderão colocar em prática a teoria passada sobre a fauna, flora, ecossistema, ecologia, saneamento, poluição, mata ciliar, biodiversidade, agricultura orgânica e outros assuntos”, salientou a coordenadora do CEAES, Solange Mânica. O Projeto Verde Sinos é dirigido pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos) e pela Fundação Universitária para o Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa (Fundepe) e tem patrocínio do Governo Federal e da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.
quarta-feira, 10 de junho de 2015 0 comentários

Semana do Meio Ambiente conta com capacitação do Projeto Verde Sinos

A Capacitação do Projeto Verde Sinos aconteceu no Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet (CEAES), em Lomba Grande - Crédito: Bruna Klassmann
Entre as atividades programadas para a Semana do Meio Ambiente, ocorreu na quarta-feira, dia 10 de junho, mais uma capacitação do Projeto Verde Sinos. O encontro aconteceu no Centro de Educação Ambiental Ernest Sarlet (CEAES), em Lomba Grande, e reuniu alunos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEFs) Machado de Assis, Sen. Salgado Filho, Elvira Brandi Grin e Francisco Xavier Kunst. A atividade foi ministrada por integrantes do Comitê Gestor de Educação Ambiental do Município (CGEANH), composto por servidores da Prefeitura de Novo Hamburgo, em parceria com a Comusa – Serviços de Água e Esgoto.

Neste encontro, as crianças aprenderam sobre mata ciliar e ecologia, realizando a trilha do CEAES para descobrir como funciona a recomposição da mata ciliar. Além disso, participaram de palestras sobre o tratamento de esgoto feito com raízes no CEAES e as outras formas de tratamento realizadas pela Comusa. A capacitação foi finalizada com a continuação da construção da maquete que representará o leito do rio. “As crianças e os adultos participantes das turmas do Verde Sinos no Município construirão juntos essa maquete, para compreender como funciona a passagem da água desde os arroios até chegar no local de deságue”, comenta a coordenadora do CEAES, Solange Mânica. Os participantes terão que representar, também, a cidade e a natureza, acompanhada das margens do rio. 

O Projeto Verde Sinos é dirigido pelo Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Rio dos Sinos (Comitesinos) e pela Fundação Universitária para o Desenvolvimento do Ensino e da Pesquisa (Fundepe), e tem patrocínio do Governo Federal e da Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental. Ao todo, serão capacitadas 236 pessoas em Novo Hamburgo, sendo alunos da Rede Municipal de Ensino, agricultores, agentes de saúde, técnicos e professores. Para Pablo Rafael Augustini, 12 anos, aluno da EMEF Sen. Salgado Filho, as atividades do projeto estão ajudando a conhecer mais sobre o Meio Ambiente. “Gosto muito de participar, pois desenvolvemos atividades diferenciadas. Aprendemos o que podemos fazer com elementos que prejudicam a natureza, como na oficina de sabão”, salientou. Nessa edição do Projeto Verde Sinos, o foco é capacitar multiplicadores nas áreas estratégicas para manutenção das condições de qualidade e quantidade das águas da Bacia do Sinos: áreas úmidas, unidades de conservação, encostas e nascentes, e nascentes na área rural.
quinta-feira, 23 de abril de 2015 0 comentários

Escolas municipais recebem caixa coletora do Recicle Seu Jornal

Ao todo, 22 escolas municipais receberam a nova caixa coletora - Crédito: Bruna Klassmann
Em uma entrega simbólica realizada na manhã de quinta-feira, dia 23 de abril, 22 escolas da rede municipal de ensino dos bairros Canudos e Rondônia receberam a caixa coletora do projeto Recicle o Seu Jornal. O evento ocorreu no saguão do Grupo Sinos, no bairro Ideal, e reuniu entre autoridades, secretários, diretores e professores. O projeto é uma realização da Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio do Programa Catavida, em parceria com o Jornal NH. Nessa nova versão, a caixa coletora tem um espaço para receber jornais, revistas, papelões e resíduos sólidos, e aos lados sacos para garrafas pet e latas.

“Os números afirmam que o projeto está dando bons resultados, em 2014 foram coletadas cerca de 39 mil toneladas de papéis, e neste ano até agora foram mais de 3 mil toneladas. O objetivo desse projeto é que o papel retorne para virar renda dos catadores do Município”, salientou o diretor de Relações com a Comunidade do Grupo Sinos, Miguel Schmitz. O Município já conta com 33 caixas coletoras distribuídas em escolas municipais, instituições e empresas. Esses locais receberão os complementos para acoplar os sacos de coleta para garrafas pet e latas. Durante a entrega simbólica, o secretário de Educação, Alberto Carabajal, ressaltou a importância do Recicle o Seu Jornal na educação dos alunos. “Através desse projeto, as nossas crianças e adolescentes estão aprendendo que é necessário realizar essa separação para ajudar o Meio Ambiente. Tem sido um ótimo trabalho”, comentou.

As caixas coletoras começarão a ser entregues a partir da sexta-feira, dia 24 de abril. Uma equipe do Catavida acompanhará para orientar os alunos sobre a separação dos materiais. “Com esse projeto estamos mudando os hábitos das crianças e assim futuramente vamos ter uma nova cultura em relação a separação dos resíduos”, destacou o secretário do Meio Ambiente, Eduardo Bonato. Ainda durante a cerimônia, a educadora ambiental do Catavida, Regina Roese de Souza, agradeceu o apoio dos envolvidos. “Quero agradecer essa parceria que está a cada dia aumentando o sustento dos nossos catadores”, relatou.

Homenagem a Luiz Jacintho
Antes da entrega simbólica das caixas coletoras para as 22 escolas municipais, foi realizada uma homenagem para uma das pessoas que idealizaram o Projeto Recicle o Seu Jornal, o senhor Luiz Jacintho, que faleceu no dia 7 de dezembro de 2014. Com a presença da família, foi apresentado um breve histórico de sua vida. O ato foi marcado pela entrega de um banner com uma foto e uma mensagem de agradecimento pelo seu trabalho realizado no projeto. A pedidos do diretor de Relações com a Comunidade do Grupo Sinos, Miguel Schmitz, o objeto fará parte da exposição fotográfica do Catavida. 

Escolas que receberam a caixa coletora
– EMEF Anita Garibaldi
– EMEF Elvira Brandi Grin
– EMEF Francisco Xavier Kunst
– EMEF Jorge Ewaldo Koch
– EMEF Machado de Assis
– EMEF Martha Wartenberg
– EMEF Pres. Castelo Branco
– EMEF Pres. Deodoro da Fonseca
– EMEF Pres. Tancredo Neves
– EMEF Sen. Salgado Filho
– EMEF Ver. Arnaldo Reinhardt
– EMEF Ver. João Brizolla
– EMEI A Bela Adormecida
– EMEI Arca de Noé
– EMEI Chapeuzinho Vermelho
– EMEI Cinderela
– EMEI Érico Veríssimo
– EMEI Irmã Valéria
– EMEI João Vidal Campanhoni
– EMEI Pica-Pau Amarelo
– EMEF Eugênio Gaelzer Neto
sexta-feira, 25 de abril de 2014 0 comentários

Historiador Martin Dreher palestra e lança livros alusivos aos 190 anos de Imigração Alemã

Ocorre na sexta-feira, dia 25 de abril, às 19h30, no auditório 2 da Fenac (Rua Araxá, 505 – Bairro Ideal), o lançamento dos livros alusivos aos 190 anos de Imigração Alemã no Vale dos Sinos. As 160 coleções de livros adquiridos por Novo Hamburgo são compostas por três volumes, sendo eles: “190 anos de imigração alemã no Rio Grande do Sul: esquecimentos e lembranças” e “Wilhelm Rotermund – seu tempo, suas obras”, ambos do autor Martin N. Dreher; e “Histórias de escravos e senhores em uma região de imigração européia”, autoria de Paulo S. Moreia e Miqueias H. Mugge. O encontro é uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria de Cultura (SECULT).

Durante o evento, que faz parte da programação de comemoração dos 87 anos de Novo Hamburgo, também acontecerá a palestra com professor, escritor e historiador Martin N. Dreher, professor na Unisinos e especialista na História da Colonização Alemã no Brasil. O secretário de Cultura, Carlos Mosmann, ressalta a importância para o Município na aquisição dos livros. “Novo Hamburgo poderá ampliar o conhecimento a respeito dos fatos que levaram ao desenvolvimento de nossa região, os livros serão distribuídos entre as bibliotecas públicas e escolas municipais, além do acervo do Arquivo Público Municipal”, comenta.
 
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