segunda-feira, 20 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Aluna da Rodrigues é destaque no Xadrez

Aluna conquistou a medalha no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte, na categoria sub 8 - Crédito: Bruna Klassmann
Concentração, paciência e estratégia são pontos presentes no treinamento do jogo de xadrez da aluna Jenifer Graziela do Nascimento, 9 anos, do 3º ano B da EMEF Rodrigues Alves. “Quando eu estava na escola Ana Néri, a professora perguntou quem se interessava em aprender a jogar xadrez, então eu comecei a treinar com os meus colegas”, comentou.

Desde então, Jenifer treina três vezes por semana. “Eu fico jogando em casa, pois eu gosto. Agora eu estou ensinando a minha avó para ter uma adversária no jogo”, ressaltou. A motivação em continuar jogando xadrez foi a conquista do 3º lugar no Torneio Municipal de Xadrez da Região Norte de Novo Hamburgo, na categoria sub 8, em outubro 2013.
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Nosso Bairro em Pauta: Eugênio oferece prática do judô há oito anos

Durante os treinos, os alunos aprendem técnicas e golpes - Crédito: Bruna Klassmann
Além dos esportes tradicionais, a EMEF Eugênio Nelson Ritzel vem oferecendo há oito anos aos seus alunos aulas de Judô, a partir do Projeto Caminho Suave. A atividade ocorre nas quartas-feiras em uma sala da escola e reúne a cada semana cerca de 120 crianças de 7 a 14 anos. Os estudantes são divididos por idade e graduação em seis turmas: três pela manhã e três a tarde. As aulas são ministradas pelos esportistas Pauline Schneider e Jonathan Schneider.

A aluna Andrieli Eduarda Costa, 11 anos, salientou o motivo que a fez entrar no projeto. “Eu já estou participando há um ano das aulas de judô e eu entrei no projeto, pois sei que é uma coisa boa para o nosso futuro. Eu já gostava do esporte antes de entrar”, destacou. Para o seu colega de atividade, Pedro Luís Gutkoski, 10 anos, o projeto já faz parte da sua rotina a dois anos. “Eu comecei a gostar do Judô há alguns anos e quando descobri que poderia praticar, comecei a participar do projeto. Além da prática aqui na escola, eu treino em casa”, ressaltou. 

A aula de judô tem duração de uma hora para cada turma. “Realizamos alguns treinos e práticas com os alunos, ensinando parte-a-parte do esporte. Judô não se vence a partir da força e sim da técnica”, comentou Pauline. A escola Eugênio é um dos polos da cidade que recebe o projeto, que é coordenado pela Secretaria de Esporte e Lazer (SMEL). 
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Nosso Bairro em Pauta: 7 questões que geram dúvidas

Confira as dúvidas enviadas ao Jornal Nosso Bairro em Pauta, pelos pais e professores das escolas parceiras do projeto, sobre a rotina e as atitudes das crianças e adolescentes. As perguntas foram respondidas pela professora e psicóloga Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro, da Universidade Feevale.

NBP - Por que as crianças têm receio de experimentar algo novo?
Marianne - “Isso varia da idade da criança, pois há idades em que as crianças não têm receio. Os pequenos experimentam muito, até os pais precisam ficar em cima, porque vão colocar o dedo na tomada, brincar com meleca, pisar na poça de água. Nesse período entre os 2 e 4 anos, eles não têm receio. Com o avanço da idade, eles vão crescendo e se dando conta dos perigos. Talvez esse receio venha dos pais, que hoje tem um olhar mais atento em relação aos perigos do dia-a-dia. Receio não é atitude de criança. A princípio, eles gostam de experimentar novas coisas, aliás, é da infância conhecer novas brincadeiras, objetos e alimentos. Caso os pequenos tenham uma atitude diferente dessa, pode ser devido aos acontecimentos ao seu redor. Mas, se eles estão bem, são curiosos, querem experimentar e conhecer novos materiais, saber de novos jogos. Tudo isso, depende do contexto que as crianças estão vivendo naquele momento”.

NBP - Como fazer uma criança se soltar nas atividades diferenciadas?
Marianne - “A criança vai se entregar nessas atividades quando ela fazer algum vínculo com essa pessoa que está propondo. Antes de apresentar qualquer ideia, é necessário criar um laço, mas isso precisa ser feito da maneira mais espontânea e livre. Uma criança pequena ainda não está em uma condição emocional e cognitiva para entender as coisas estruturadas. Elas precisam de algo mais lúdico, para fazer esse vínculo. Então, antes de propor uma atividade, precisamos conhecer as crianças, para que a partir disso elas possam aceitar realizar as atividades”. 

NBP - Por que as crianças mordem? 
Marianne - “A criança quando é muito pequena, entre dois e três anos, ela está começando a falar mais, adquirindo um vocabulário maior e se expressando e se fazendo entender. Antes disso, ela é muito corpo, é muita ação. Por exemplo: se ela quer água, ela precisa ir lá e mostrar onde tem aquilo que ela está solicitando. Quando começa a falar, já pode representar o que quer de uma maneira mais simbólica. A mordida ocorre ainda na fase em que a criança precisa muito do concreto. Ao mostrar os seus sentimentos por outra pessoa, muitas vezes acaba mordendo, expressando o seu carinho ou discórdia. Dependendo da fase, pode ser uma forma de se apropriar um do outro. Se a criança tem um amiguinho que gosta muito, ela não tem noção de falar ‘Eu gosto muito de você’. Então, ao expressar o sentimento acaba mordendo, isso é normal. Já uma criança mais velha que morde, requer um olhar um pouco mais cuidadoso sobre ela. A mordida em determinada fase é natural, mas é claro que precisamos sempre dizer que ela não pode morder as pessoas”.

NBP - Como lidar com crianças e adolescentes hiperativos?
Marianne - “A hiperatividade pode ser uma forma da criança apresentar, através do seu comportamento, o que está sentindo. Através desse sintoma, podemos perceber também que elas estão passando por alguns conflitos ou questões, seja em casa, na escola, com a família ou com os amigos. O corpo manifestará de alguma forma essa insatisfação ou problema. As crianças e adolescentes demonstram que não estão bem através da agitação. Não sabemos exatamente como lidar, pois não há receita para essas situações, mas temos que verificar situação por situação. Hoje nós sabemos que esse comportamento pode ser devido à falta de espaço nas casas, porque as crianças não brincam muito na rua, os adolescentes não podem sair de casa a qualquer hora por causa da violência, isso vai limitando a prática de atividades externas. Por isso, nas escolas é necessário a prática de esportes, ações ao ar livre, propor passeios, deixar elas correram e brincam para extravasar. As crianças e adolescentes precisam de um tempo e de uma atividade para poder gastar essa energia”.

NBP - Qual é a importância da família no sucesso escolar?
Marianne - “A importância da família é em tudo, não só no sucesso escolar, mas na saúde mental própria da criança e do adolescente. As famílias com relações mais afetivas, de cumplicidade, de um olhar mais cuidadoso e acompanhando a trajetória do seu filho na escola, facilitam muito e têm uma importância muito grande na educação desses estudantes. Sabemos que há situações que precisam ser resolvidas pela família e outras pela escola. Uma educação mais formal é da escola, já uma educação mais ampla, informal, dos laços, do respeito é feita dentro de casa. Por exemplo, se uma criança desrespeita um professor, nós temos que ver o que está acontecendo em casa. O respeito com o pai, a mãe e as outras pessoas precisam ser construídos dentro de casa. A importância da família é muito grande, mas às vezes os pais precisam ser orientados. Vejo alguns em dúvida em relação as suas decisões e atitudes. São muitas questões em relação à condução da educação, que precisa de limites, de respeito e de autoridade, sempre explicando as regras, mas fazendo as crianças cumprirem também. Se as crianças não têm limites construídos dentro de casa, ela não vai ter na escola”.

NBP - É importante dizer não para os filhos?
Marianne - “É fundamental! O ‘não’ é mais importante que o ‘sim’, pois ele é estruturante. Durante o crescimento da criança é necessário dizer ‘não’ para ela saber o que pode ou não fazer. Assim os pais vão regulando os ciclos e rotinas, e, isso vai estruturando o sujeito. Dizer ‘sim’ é uma barbada, já um ‘não’ é um compromisso. O ‘não’ é muito mais trabalhoso, mas ao dizer ‘não’ é necessário explicar, conversando com as crianças e adolescentes. Para que tu possa dizer o ‘não’ é preciso estar seguro, e às vezes os pais ficam em dúvidas. Nesses casos é interessante que eles peçam orientação, seja da escola ou de um profissional, questionando se está certa essa atitude. Se esses pais tiverem segurança no que estão fazendo, eles irão dizer o ‘não’ firme e um ‘não’ que a criança vai conseguir sustentar”. 

NBP - É importante estabelecer rotinas tanto na infância, quanto na adolescência?
Marianne - “Sim. É claro que essas rotinas não podem ser inflexíveis. As crianças adoram ter uma rotina, aliás, todos nós gostamos de rotina. Mas a gente também gosta de romper de vez enquanto esses compromissos pré-agendados. É muito importante poder romper, mas é necessário ter rotina para ter uma vida organizada, com horário para fazer as coisas. A rotina não pode existir pela rotina, isso não é um exercício de poder sobre a criança. A rotina é para dar as bordas e limites que elas precisam ter para poder se organizar. Os adolescentes também, os pais podem falar as opções possíveis para cada atividade e a partir disso eles escolherem o que querem dentro daquele contexto. Não se pode deixar somente uma opção. Os limites de uma criança e de uma adolescente são diferentes, pois cada idade demanda situações diferentes. Os pais precisam ajustar esses limites conforme as idades, pois não podemos exigir as mesmas coisas para as diferentes etapas da vida. Então, é importante que os limites sejam colocados bem claros, para que as crianças e adolescentes possam saber o que fazer dentro da sua rotina”. 

Quem é Marianne:
Marianne Montenegro Stolzmann Mendes Ribeiro atua como professora na Universidade Feevale há 15 anos, ministrando as disciplinas de psicopatologia na infância e adolescência, psicanálise, estágio básico, estágio profissionalizante, entre outras. Formou-se em 1991 em Psicologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Em 1999 tornou-se mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Atualmente é coordenadora do Centro Integrado de Psicologia (CIP) da Universidade Feevale. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em Psicanálise, atuando principalmente nos seguintes temas: psicanálise, clínica da infância, adolescência e vida adulta, saúde mental, saúde pública, intervenção terapêutica e dificuldades de aprendizagem.


Você também tem alguma dúvida? Envie suas questões para o Jornal Nosso Bairro em Pauta através do e-mail nossobairro@feevale.br. Elas serão respondidas por uma psicóloga e publicadas anonimamente na próxima edição do periódico.
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Nosso Bairro em Pauta: Com que roupa eu vou?

Quem nunca ficou na dúvida qual roupa vestir antes de sair de casa? Além de combinar as peças, é preciso saber como está o tempo, a temperatura, qual o melhor calçado, onde é que se vai ir. Escolher a roupa deve ser motivo de preocupação? Será que a roupa pode passar informações sobre a personalidade das pessoas? Existem peças que são mais adequadas para passear do que ir à escola? Por que os jovens costumam se vestir do mesmo jeito que os amigos? Essas são algumas das questões tratadas no Caderno Especial dessa edição. Vista uma roupa confortável e boa leitura! 

O que a minha roupa representa?
Entre camisetas, calças, blusas, bermudas, vestidos, casacos, blusões e outras variedades que possuímos em nosso guarda-roupa, escolher as peças para sair de casa não é uma tarefa fácil. Isso porque as nossas roupas transmitem diversas informações, desde o humor até a personalidade, com diferentes tamanhos, cores e estilos. “A moda é a expressão da realidade daquilo que realmente a pessoa sente, que corresponde a sua identidade e também expressa o que ela gostaria de ser, mostrando que moda também é um disfarce para pertencer a este ou aquele grupo”, destaca o doutor em Filosofia, professor Henrique Keske. 

Com esses grupos se dá a origem das inúmeras tribos urbanas existentes. Isso, ocorre principalmente na adolescência, quando os jovens utilizam os mesmos tipos de roupas, acessórios, calçados, criando assim uma identidade para o grupo. “Já tivemos diversas tribos, como os hippies, a época do baby boom, os rockers, os punks e assim se seguiu com o passar do tempo. Mas, hoje as tribos acabam se espelhando em pessoas famosas para seguir a tendência das roupas, o que era diferente na década de 60 ou 70”, comentou a professora Ida Helena Thon, responsável pela disciplina de História da Moda Brasileira. 

Mas para seguir essa moda das tribos, as pessoas precisam estar sempre atualizando as suas peças de roupas. A partir disso, faz com que o processo consumista exista desde a infância. “Estamos envolvidos em um processo cruel de consumismo e isto faz com que as crianças e os adolescentes estejam nessa pressão, pois se eles não usam uniforme, precisam acompanhar tendências de moda e ao fazer isto se desencadeia um processo consumista, por não conseguir acompanhar, as pessoas se sentem excluídos do grupo e para acompanhar, ingressamos num processo de consumo exacerbado”, ressalta Keske.

Para a professora Ida, a moda é uma característica de cada localidade. “Quando olhamos nas novelas os estilos de roupas utilizados pelos personagens, percebemos que cada um possui peças diferentes. Se olharmos para os nossos bairros, vamos descobrir que cada comunidade também tem as suas características, com roupas diferentes”, comenta. Isso representa que cada pessoa se veste de uma maneira diferente, mas no todo, cada um pertence a uma tribo.

O que os outros vão pensar?
Ao se aproximar a fase da adolescência, as crianças passam a discutir as escolhas feitas pelos pais. A partir do período da puberdade e das alterações fisiológicas, os jovens começam a questionar, construir e descontruir a sua identidade. Uma das formas de vivenciar essa construção de identidade é o jeito de se vestir.

A psicóloga e professora Juliana Rosa Pureza conta que é nesse período da vida que os jovens buscam identificação com outras pessoas, formando outros grupos além da família. “É através do jeito de se vestir que os adolescentes começam a quebrar com todos os padrões que estão sendo colocados de fora. Demonstrando que quer se vestir diferente do que se vestia antes, diferente do que a minha família coloca. Tentando se identificar com as outras pessoas”, salientou. Com essa mudança, os jovens passam a querer vestir-se igual ao seu grupo de amigos.

Também nessa fase, é comum os jovens se preocuparem com o que outros vão pensar sobre a roupa que estão vestindo. Juliana explica que isso se chama plateia assistida. “Essa preocupação se dá quando esse adolescente se sente exposto e observado por todos. Então antes de sair de casa pensa que todos estarão olhando a sua roupa, sendo mais um mito pessoal”, salientou.

Orientação aos pais
Com as mudanças ocorridas na fase da adolescência, cabe aos pais saber como lidar com as novas escolhas do vestuário dos filhos, oscilando entre o limite e a liberdade. A psicóloga Juliana orienta que é melhor os jovens passarem essa fase com o auxílio dos pais. “Se esses jovens puderem fazer isso através de conversas, para que esses pais aceitem essas mudanças, ajudarão esse adolescente a reconstruir a sua identidade. O mesmo ocorre com a escola, que através de conversas pode evitar conflitos com as roupas utilizadas pelos jovens dentro da instituição de ensino, ponderando os limites de forma amigável”, destacou. 

Em relação a roupa dos adolescentes, só proibir não adianta, é preciso dar espaço para essas novas escolhas, mas ao mesmo tempo acompanhar de perto para auxiliar nas decisões dos jovens. É necessário apoio e orientação, a fim de que os adolescentes possam usar roupas diferentes sem se expor, com a oportunidade de conhecer novos estilos, se desconstruindo para reconstruir a sua identidade novamente.
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Nosso Bairro em Pauta: Que alimento é esse?

Durante a exploração, a turma não poderia contar para o colega que estava experimenta, qual era o alimento - Crédito: Bruna Klassmann
“É doce ou salgado? Mas que alimento é esse?”, perguntava a professora Fernanda Kirsch para cada aluno, que experimentava um novo alimento com os olhos vendados. Entre banana, bergamota, laranja, chocolate, salgadinho, sal e açúcar, as crianças precisavam identificar o que haviam provado. A atividade foi desenvolvida com a turma da faixa etária 3 anos B da EMEI Arco-íris, a fim de aprender a associar os alimentos, através do seu gosto. 

Durante a degustação, os alimentos estavam dentro de um baú mágico. Uma a cada vez, as crianças, sentavam na cadeira e eram vendadas. O resto da turma não podia assoprar qual era o alimento. O primeiro voluntário foi o Nicolas Loreno da Silva, 3 anos, que só ficou na dúvida do açúcar e do chocolate. “Eu gostei do salgadinho”, falou quando tirou a venda. Já Yasmin Marinho, 3, gostou de provar o sal. “É diferente, é salgado”, contou. Após todos provarem os alimentos, a professora abriu o baú, revelando todas as opções.

A exploração faz parte do projeto Corpo Humano, que está sendo desenvolvida desde o início deste ano. O objetivo é possibilitar às crianças o conhecimento do seu próprio corpo, através de diversas atividades. “Já realizamos outras explorações para reconhecer as partes do corpo, como identificar os sentidos e expressão corporal, estimulando através de atividades físicas e motoras a atenção, percepção, a linguagem oral, a coordenação, a lateralidade e criatividade”, salientou a professora.
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Nosso Bairro em Pauta: Artes Plásticas: Meleca de sagu para a descoberta de novas texturas

A atividade tem como objetivo despertar a criatividade, imaginação e curiosidade das crianças - Crédito: Bruna Klassmann
Explorar técnicas diferenciadas para pintura é um dos objetivos do Projeto Universo das Artes Plásticas, desenvolvido com a turma de Faixa Etária 2 anos C e D, da EMEI Professora Zozina Soares de Oliveira. A partir de atividades realizadas com materiais diversos, o objetivo é despertar a criatividade, imaginação e curiosidade. O projeto que é coordenado pelas professoras Franciele Assmann e Naiara Pandolfo, surgiu a partir do encantamento das crianças com um livro de obras de arte. 

Após a turma trabalhar com livros, assistir a vídeos e conhecer obras de artistas internacionais e também da região, uma das práticas exploratórias foi a meleca de sagu, um preparado com sagu cozido apenas com água. 

A sala foi preparada para a tarefa com duas mesas e o chão forrado com jornal. Primeiro as professoras distribuíram a meleca de sagu incolor em cinco montinhos sobre a mesa. Usando uma camiseta velha para não sujar as roupas, as crianças aos poucos colocaram a mão na meleca, alguns com mais receio e outros nem tanto. A pequena Beatriz Dias, logo soltou “uau”, demonstrando a sua empolgação. 

Conforme foram descobrindo a nova textura, a brincadeira recebeu cores: azul, vermelho e verde. A turma pode misturar para descobrir o que acontecia. Além de esmagar, brincar, desenhar na mesa, esconder as mãos, esfregar nos braços, teve alguns que provaram para saber o gosto. 

Arthur dos Santos, 2 anos, foi um deles. A professora perguntou: “Gostou?”, e ele só balançou a cabeça afirmando. Ao mexer na meleca, foram formando novas formas como flores, sapos, casas, jardins, carros e tantas outras figuras presentes na imaginação dos pequenos.

No final da atividade, havia mais sagu no chão do que na mesa e as crianças estavam melecadas no rosto, braços, pernas, barrigas e pés. Depois de tanto experimento, as professoras providenciaram banho e roupas limpas. Quando todos voltaram e sentaram no tapete colorido da sala, Franciele perguntou: “Gostaram de brincar de meleca?”, as crianças gritaram juntas: “siiiim!”.

O Projeto Universo das Artes Plásticas será realizado durante todo este ano, com atividades em que as crianças possam explorar o mundo das artes. “Além do que é feito aqui dentro da escola, queremos levá-los para visitarem museus e atelieres, para conhecer mais de perto as artes plásticas”, destacou a professora Naiara Pandolfo.
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Nosso Bairro em Pauta: Para escrever melhor, é preciso ler!

Erica da Silva Romansini, 10 anos, já leu mais de dez livros através do projeto - Crédito: Bruna Klassmann
A leitura é uma ferramenta imprescindível para aprendizagem. A partir dessa ideia, a EMEF Pres. Rodrigues Alves vem desenvolvendo desde o início do ano letivo o projeto “Rodrigues Alves lendo o mundo e reescrevendo histórias”. As atividades são realizadas com todas as turmas, da faixa etária 4 anos até o 5º ano. Momentos literários, trabalhos em sala de aula, leitura em formato de teatro, cantinho para a leitura são as atividades propostas, a fim de realizar um trabalho interdisciplinar com as professoras.

A turma do 5º ano B destacou que o melhor momento do projeto é a parada diária para a leitura. A atividade é realizada no início da aula e os alunos podem escolher entre os livros disponíveis, uma história para ser desbravada. “Com esse tempo de leitura na sala, eu comecei a ler bem mais, até agora já foram mais de dez livros”, comentou a aluna Erica da Silva Romansini, 10 anos. 

Além dessa atividade, destacam-se dois momentos que a escola destina para a leitura. A sacola literária, que contém revistas, livros, dicionários e jornais, que os alunos podem levar para casa e ler com os pais, toda semana. Já a outra atividade acontece uma sexta-feira por mês, quando todos os alunos participam da Hora da Leitura. “Com essas atividades incentivamos e acrescentamos na rotina das crianças os livros, a partir da leitura. Cada professor fica responsável pela sua turma, para realizar essas tarefas e propor ações diferenciadas”, conta a professora de Português do 4º e 5º ano, Bruna Frantz. O projeto seguirá com atividades até o final de 2015, incentivando através da leitura uma escrita melhor dos alunos.
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Nosso Bairro em Pauta: Eugênio desenvolve projeto de valorização e reconhecimento da escola

Grafite inspirado na obra de Flávio Scholles foi realizado na frente da Eugênio - Crédito: Bruna Klassmann
Com o objetivo de retomar a história da formação do loteamento Kephas, localizado no bairro São José, a EMEF Eugênio Nelson Ritzel desenvolve diversas atividades com os alunos e comunidade escolar. Através do Projeto Conhecendo a História e Resgatando a Identidade, as ações buscam valorizar e reconhecer as memórias da comunidade.

Entre as tarefas desenvolvidas dentro da escola, estão as casinhas de papel. A atividade foi realizada com os alunos, professores, pais, funcionários e moradores e foi coordenada pela professora Andrea Pavani. A proposta era cada um criar uma pequena casa de papel, representando como gostaria que fosse sua residência no bairro, colorindo e enfeitando cada pedaço de papel. A aluna do 7º ano C, Fátima Aparecida, 14 anos, conta como ficou a sua casa. “Eu desenhei flores, portas e janelas. Fiz como seria a casa dos meus sonhos, colorindo as paredes principais de roxo, pois eu gosto”, comenta. Já seu colega, Isaías Victor Antunes da Silva, 12 anos, descreve a representação da sua casa: “Eu fiz a minha casa com uma vida boa, uma vida feliz. É simples mas é boa”, ressalta. 

Com as casinhas de papel prontas, foram montados murais pela escola, colocando uma casinha ao lado da outra, tendo como resultado um bairro formado pelas pessoas que frequentam a escola. “Esse trabalho visou mostrar a identidade de cada um dos moradores, que de uma forma ou de outra estão presentes dentro da Eugênio”, destacou Andrea. A atividade foi inspirada na obra Ritzeletas, do artista plástico Flávio Scholles, que retrata as casas construídas pelos primeiros moradores do Kephas.

Fazendo parte da história do bairro
O Projeto Conhecendo a História e Resgatando a Identidade iniciou ainda durante as férias de verão, quando a direção da escola reorganizou alguns espaços internos. Entre os locais, está a fachada da instituição de ensino, que recebeu um trabalho artístico também inspirado na obra Ritzeletas, do artista plástico Flávio Scholles. Na frente da escola foi feito um grafite representando as casas do bairro. Além disso, dentro da Eugênio todas as portas e placas de identificação da escola tem o mesmo desenho da obra para decorar os espaços. “Queremos que esse trabalho faça com que os alunos tenham orgulho da escola, de fazer parte da história do loteamento Kephas”, ressaltou a diretora Denira Liesenfeld.
quinta-feira, 16 de julho de 2015 0 comentários

Nosso Bairro em Pauta: Uma vida dedicada à música!

Professora Edi Kuhn ministrou aula para todas as escolas da rede municipal - Crédito: Bruna Klassmann
Crescer em uma família em que a música estava presente em todos os momentos, foi um dos fatores que levou a menina Edi Kuhn a dedicar sua vida a essa arte. Vinda do interior de Santa Cruz do Sul, com pais atuando nessa área como professores a 60 anos atrás, fez com que ela seguisse esse caminho desde nova. Aprendeu violino aos quatros anos de idade e, com o passar do tempo, foi se aperfeiçoando em outros instrumentos. 

Ao estudar em internatos já na região do Vale do Sinos, continuou vivenciando essa arte. Ao se formar, decidiu seguir a profissão dos pais e ser professora de música. Após atuar durante três anos em uma cidade de Santa Catarina, decidiu voltar para o Rio Grande do Sul. Aqui no estado, iniciou a sua carreira na Fundação Evangélica de Novo Hamburgo. Na escola começou ensinando flauta e depois assumiu a orquestra infanto-juvenil da instituição. 

Em 1981, a professora de música Edi Kuhn, organizou através da Fundação Evangélica, o 1º simpósio pré-escolar do Município. “Foi uma emoção muito grande ao ver mais de 500 pessoas sentadas em um auditório participando do evento”, salientou. 

Foi a partir desse encontro que o diretor da Fundação, na época o professor Ernest Sarlet, convidou a professora Edi para ministrar aulas de música para todas as escolas da rede municipal de ensino de Novo Hamburgo. “Eu lembro até hoje do Sarlet falando ‘Edi tu vais trabalhar com todos os alunos do Município’, com isso levei um susto muito grande”, recordou.

Foram 22 anos de dedicação com as escolas do Município. No começo as aulas eram ministradas na antiga sede da SEMEC, que atualmente abriga o Centro Municipal de Cultura, no centro da cidade. Lá, Edi atendia duas escolas por semana. “Foi sempre maravilhoso ver a garotada sentada, curiosos para conhecer os instrumentos que seriam utilizados nas aulas”, ressaltou. Muitas vezes as aulas precisavam ser realizadas no Teatro Paschoal Carlos Magno, pois a escola levava todos os alunos para ter aulas de música e a sala ficava lotada.

Com o passar do tempo e a elevação do número das escolas, a didática tomou outra forma. A professora Edi se deslocava para escola para poder ministrar as aulas de música. “Eu sinto saudades dessa época, pois a cada dia eu chegava em casa com uma história diferente. Era maravilhoso”, destacou. Hoje, a professora Edi dirige um coro da comunidade dos Três Reis Magos, do bairro Hamburgo Velho, mantendo a música em sua rotina. “Eu recordo de uma frase dita por um aluno meu com a palavra música, que fica assim: momentos únicos sentidos intensamente com amor. É isso que a música representa na minha vida”, falou alegremente a professora Edi Kuhn. 
segunda-feira, 13 de julho de 2015 0 comentários

Judô reuniu em torno de 270 atletas na Olimpíada Escolar de Novo Hamburgo

A competição reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas - Crédito: Bruna Klassmann
Mais uma modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos de Novo Hamburgo foi disputada no domingo, dia 12 de julho. O Judô reuniu em torno de 270 atletas de 26 escolas, entre municipais, estaduais e privadas na Sociedade Ginástica de Novo Hamburgo. Separadas por categorias, as crianças competiram nos turnos da manhã e da tarde. A olimpíada é promovida pela Prefeitura a partir das secretarias de Esporte e Lazer (SMEL) e Educação (SMED). As lutas de Judô aconteceram com o apoio da SGNH e da Pajova.

“A olimpíada é uma atividade de incentivo ao esporte, sendo uma oportunidade para as crianças terem acesso às práticas esportiva e à inclusão das pessoas. Estamos orgulhosos da participação dos estudantes, a cada modalidade temos um bom número de crianças”, destacou o secretário da SMEL, Ricardo Ritter, o Ica. As disputas foram realizadas pelas categorias sub-8, 10, 12, 14 e 17 nos naipes masculino e feminino, divididas por peso, faixa etária e experiência. As medalhas foram entregues logo após o término das lutas em cada categoria. 

O aluno da EMEF Borges de Medeiros, Pedro Henrique Silvera Souza, conquistou a medalha de ouro na categoria sub-12. “Achei muito boas as minhas lutas, já venho treinando há mais de dois anos. Além do Judô, já participei de outras modalidades da Olimpíada”, destacou o aluno. A próxima modalidade da Olimpíada Escolar Para Todos será nos dias 19, 20 e 21 de agosto, com os jogos de futsal. 

Jogos seguem até setembro
Cerca de 4 mil alunos de 68 escolas estão participando das disputas da Olimpíada Escolar Para Todos nas modalidades de Punhobol, Handebol, Vôlei, Rugby, Basquete, Futsal, Natação, Atletismo, Judô e Xadrez. As competições estão acontecendo em diferentes espaços da cidade a partir das parcerias com clubes, entidades e colégios. Das modalidades, cinco delas (Natação, Atletismo, Judô, Basquete e Xadrez) também serão realizadas na modalidade Para Todos, ou seja, terão baterias adaptadas para a participação de estudantes com deficiência. Mais informações sobre os jogos estão disponíveis no site olimpiada.novohamburgo.rs.gov.br.

Calendário atualizado:
19, 20 e 21/08 – Futsal
25 e 26/08 – Atletismo
30/09 – Punhobol
quinta-feira, 9 de julho de 2015 0 comentários

Pelo 6º ano, Novo Hamburgo esteve presente na Francal com o Estande Coletivo

Presente com 24 micro e pequenas empresas, Novo Hamburgo participou pelo 6º ano consecutivo na Feira Internacional de Moda em Calçados e Acessórios, a Francal. O Estande Coletivo “Novo Hamburgo – Capital Nacional do Calçado” oportunizou às empresas a apresentarem as suas coleções primavera-verão entre os dias 6 e 9 de julho, no Pavilhão de Exposições Anhembi, em São Paulo. O espaço que estava localizado nos corredores I e J, é uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR).

“Em todas as edições as nossas empresas fecham novos negócios e prospectam clientes para futuras vendas. Essa e outras feiras que participamos com o Estande Coletivo é uma vitrine para os nossos microempresários conhecerem pessoas de outros estados e países”, destacou o prefeito Luis Lauermann, que visitou o Estande Coletivo na segunda e terça-feiras, dias 6 e 7. O secretário da SEDETUR, Carlos Finck, salienta sobre os resultados desta edição. “Vamos divulgar daqui alguns dias os resultados finais das empresas neste ano, mas sabemos o que espaço é sempre bem procurado por ter opções variadas de preços e número mínimo de fabricação”, salientou Finck.

Estiveram presentes nessa edição da Francal, as empresas: Amoreco, Ana Boss, Angel´s Feet, Bela Flor, Brasilis, Brunelly, Catri Bolsas, Clicshoes, Daily Calçados, Dellay, Di Marlys, Doramar, FEM Conforto do Brasil, Ferrat/Valeiko, Grinelli Bolsas, Hot Feet, Karina Bertuluci, Malarrara, Sapri, Vanessa Neves, Villa Get, Villa Rosa, Virgem Santa Bolsas e XOX.
quarta-feira, 8 de julho de 2015 0 comentários

Prefeitura recebe doações para Campanha do Agasalho

As doações foram entregues no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry - Crédito: Bruna Klassmann
Na quarta-feira, dia 8 de julho, a Prefeitura de Novo Hamburgo, por meio do Gabinete da Primeira-dama, recebeu doações de roupas e alimentos do Grêmio Esportivo Bento Gonçalves. A entrega do clube esportivo ocorreu no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Foram repassados mais de 30 quilos de alimentos e 150 peças, entre roupas para adultos e crianças, além de calçados. “Ficamos felizes em saber que as entidades do nosso Município estão ajudando as pessoas da comunidade”, salientou o prefeito Luis Lauermann. As doações foram entregues por Nelson Pedro Inácio da Silva, que representou a diretoria do clube. “Arrecadamos essas doações na nossa festa junina e estamos repassando para a Prefeitura, pois sabemos que é a forma mais correta para a distribuição nas comunidades necessitadas”, destacou.
terça-feira, 7 de julho de 2015 0 comentários

Novo Hamburgo receberá o revezamento da Tocha Olímpica em 2016

O revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 passará por 300 cidades brasileiras, entre elas está Novo Hamburgo - Crédito: Bruna Klassmann
O revezamento da Tocha Olímpica dos Jogos Rio 2016 passará por 300 cidades brasileiras, entre elas está Novo Hamburgo. Essa participação foi confirmada na manhã de segunda-feira, dia 6 de julho, em reunião realizada no gabinete do 9º andar do Centro Administrativo Leopoldo Petry. Após o convite enviado ao Município, o encontro teve como foco apresentar os quesitos que a cidade precisa cumprir para receber a ação e reuniu representantes das Secretarias Especial de Gabinete (SEG), de Esporte e Lazer (SMEL) e de Segurança e Mobilidade Urbana (SESMUR), com o comitê organizador sul dos Jogos Olímpicos Rio 2016. 

“Novo Hamburgo está de braços abertos para receber essa passagem da Tocha Olímpica, oportunizando a comunidade a ter um contato direto com os jogos olímpicos do Rio de Janeiro. Vamos cumprir com todos os quesitos. Então aceitamos o convite para receber o revezamento”, salientou o Secretário Especial de Gabinete, Gilmar Valadares, durante a reunião. Conforme o comitê organizador, a tocha olímpica passará por Novo Hamburgo ao longo do mês de julho de 2016, em ruas que levam aos pontos históricos e importantes do Município. Ao todo, serão percorridos 5,5 quilômetros, oportunizando mais de 20 pessoas a carregarem a tocha olímpica. 

O secretário de Esporte e Lazer, Ricardo Ritter, o Ica, destacou a importância dessa passagem da tocha por Novo Hamburgo. “Estar recebendo uma ação tão importante e marcante para o esporte brasileiro no nosso Município nos faz querer reunir os nossos atletas para participar desse evento que ocorrerá no próximo ano”, salientou. Já o secretário da SESMUR, Egon Kirchheim, salientou do trabalho que será realizado. “Foram apresentados os quesitos de segurança e mobilidade que precisam ser cumpridos no dia do revezamento. Nós, com a Guarda Municipal, vamos começar a planejar o trabalho a ser realizado para que possamos oportunizar uma passagem com segurança para todos”, ressaltou. O revezamento da tocha olímpica iniciará em maio de 2016, saindo de Brasília. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.rio2016.com/tochaolimpica/.

Inscrições
Com o objetivo de oportunizar a comunidade a participar do revezamento da Tocha Olímpica, os patrocinadores dos Jogos Rio 2016 estão abrindo as incrições para as pessoas interessadas em carregar a tocha. Serão escolhidas para Novo Hamburgo cerca de 20 pessoas. Quem se interessar deve acessar o site do Bradesco, da Coca-Cola ou da Nissan e preencher os dados. Cada patrocinador terá o seu critério de escolha. Os carregadores levaram a tocha por 200 metros. 

Jogos Olímpicos
Os Jogos Olímpicos serão realizados na cidade do Rio de Janeiro, entre os dias 5 e 21 de agosto de 2016. Ao todo, serão disputadas 35 modalidades, entre natação, atletismo, vôlei e basquete. Além do Rio, as cidades de Brasília (DF), São Paulo (SP), Manaus (AM), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA) sediarão jogos do futebol.
sexta-feira, 3 de julho de 2015 0 comentários

Comunidade poderá participar do passeio turístico no sábado

Uma atividade que passará por diversos pontos turísticos de Novo Hamburgo está programada para ocorrer no sábado, dia 4 de julho. O passeio turístico passará por 32 locais, com saída do CTG Essência da Tradição (Rua Nicolae Vasilescu, 384 – bairro Canudos), às 8h30. A participação é gratuita e aberta para toda a comunidade, sendo uma realização da Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Tecnologia, Trabalho e Turismo (SEDETUR) e gabinete da Primeira-dama. 

“É uma oportunidade da nossa comunidade conhecer os nossos pontos turísticos. Além disso, pode ver de perto locais importantes para a história do Município”, destacou a Primeira-dama, Jorgia Seibel. Para os participantes, será destinado um ônibus para o deslocamento entre os locais. “Dos pontos que serão visitados, alguns vamos passar na frente e outros teremos a oportunidade de descer do ônibus”, comentou a diretora de turismo da SEDETUR, Rosi Fritz. O retorno do passeio está programado para ocorrer às 12 horas, no local de saída.

Serão visitados os pontos: Praça da Juventude, Igreja Sagrado Coração de Jesus, Parque Floresta Imperial, Monumento à Bíblia, Fenac, IBTeC, Grupo Sinos, Catedral São Luiz Gonzaga, Monumento ao Sapateiro, Santuário das Mães, Praça XX de Setembro, Teatro Municipal Paschoal Carlos Magno, Corredor Cultural, ABICalçados, Corpo de Bombeiros, Praça da Bandeira, Biblioteca Municipal, Câmara dos Vereadores, Delegacia de Polícia (Civil e da Mulher), Colégio Santa Catarina, Igreja Três Reis Magos (Igreja do Relógio), Museu Comunitário Casa Schmitt-Presser, Fundação Ernesto Frederico Scheffel, Hotel Swan Tower, Feevale Campus I (Museu Nacional do Calçado), Igreja Nossa Senhora da Piedade e Cemitério, Monumento ao Sapateiro, Trensurb, Lomba Grande e Casa da Lomba.
 
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